Folgazões Companhia de Artes Cênicas
Estreia: 2017
Ficha Técnica:
Texto: Duilio Kuster
Direção: Coletiva
Direção musical e trilha sonora: Dori Sant’Ana.
Gênero: Tragicomédia
Duração: 75 minutos
Classificação etária: 12 anos
Elenco:
Duilio Kuster
Foca Magalhães
Lorena Lima
Sinopse:
A peça fala de uma trupe teatral em crise, em um reino em crise. É um pouco do que se vive no Brasil. Ao mesmo tempo, é um olhar distanciado para o passado, uma trupe com características medievais, vivendo aquele contexto de crise, de Peste Negra – e aí tem a simbologia da peste como doença, a peste que envolve hoje no sentido moral e político, os ratos (fala muito de ratos, tanto no sentido físico quanto uma metáfora dos roedores, das ideias que corroem).
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O personagem Dionéio (Duílio Kuster) é o líder da trupe. Um sonhador inveterado, mas também aquele que está empreendendo, fazendo a trupe se manter viva. Ele é o grande provedor da trupe toda; a Guiomar (Lorena Lima) é uma personagem que vem do campo, rústica, mais politizada, se apodera da arte para poder fazer o seu discurso chegar às massas; já o Felizberto (Foca Magalhães) é um burguês, criado em boa família, com educação erudita, mas encontrou na arte sua forma de se expressar e acabou largando o conforto para viver as misérias da arte. É o que ele ama de fazer.




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