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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

iá Cia de Dança





Histórico:

A iá Cia surge do reencontro da primeira e segunda turma de alunos do Curso de Qualificação Profissional em Dança da Escola de Teatro, Dança e Música FAFI, isso entre os anos de 1999 e 2000.
A FAFI, claro, sempre foi para nós em todos esses anos, praticamente a “segunda casa”. Ainda antes da escola abrigar o Curso Técnico em dança e Teatro, todos já se encontravam "ali" nas salas, corredores, escada, anfiteatro... Impossível "olhar para trás" e não pensar na importância desse espaço como ponto de congruência, de trocas, de criação...e de construção de todos nós, como pessoas e profissionais.

E lá se vão 25 anos de FAFI, um espaço especial para quem aprecia a arte, no Centro do Centro Histórico de Vitória, como um "coração que pulsa", e faz a cidade vibrar diferente!

E nós? Passaram-se praticamente vinte anos desde a formatura...e aqui estamos de volta para falarmos de nossas metamorfoses, reviver o passado, matar saudades, contar histórias, memórias...e mais, mostrar o quanto a dança ainda é importante na vida de cada um e o quanto, mesmo ausente (alguns) em corpo presente no passar desses quase vinte anos, essa dança permaneceu tão viva na alma de todos.
Como alunos, tivemos capacitação com vários profissionais de dança de estilos e técnicas diferentes (Clássico, Moderno, Contemporâneo, Danças Populares, Afro, Butô, Jazz...História e Anatomia da Dança, Sonoplastia e Teatro) e muitos de nós também fizeram parte de Companhias profissionais, como: Negraô, Avivar, Cia Corpo em Cena, Homem Cia de Dança, Mitzi Marzzuti, Grupo Vira Lata de Teatro...Experiências essas, que hoje com certeza faz com que uma das principais características dos componentes da iá Cia seja a bagagem ampla e diversa de estilos e técnicas que cada bailarino intérprete trás em sua formação.

"O Tempo é hoje, o agora, o presente. O corpo metamorfoseia, a dança metamorfoseia junto com o corpo"

"iá Cia de dança" é memória, história, "resgate", é o agora, o passado e o futuro e o infinito de possibilidades"


“Ninguém se preocupa com sua capacidade de dançar bem. Levante-se e dance. Os grandes bailarinos são excelentes graças à sua paixão.”


Integrantes:

Aline Perim
Angelica Nicheti
Angelica Gabriel Barcellos
Angelica Gusmão
Bethânia Alves
Cleverson Guerrera
Dalisa Campos
Elídio Netto
Heliomar Copertino
Hudson de Paula
Indianara Avelino
Iza Vicentini
Katia Cuzzuol
Nadia Amorim
Nill Noslin
Stael Magesck


Espetáculo:
2018- Quanto Tempo Vale Um Corpo?

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Vão Brincar!

Vão Brincar Realizações!
Período de Atividade: 2016 ao presente.












A Vão Brincar é formada pela união das artistas e educadoras Dana Oliver e Karolina Dupphi, a Vão Brincar realiza eventos para crianças, pais e adultos que buscam viver um momento mágico com sabor de infância. Uma infância repleta de contação de histórias, teatro, oficinas,brincadeiras, banho de mangueira, pique pega... e o que mais a imaginação quiser! Em 2017, a Vão Brincar! estreia seu núcleo de teatro com o espetáculo Os Saltimbancos e em seguida, O Quintal de Histórias.

Trabalham com:

  • Realização de eventos
  • Recreação infantil
  • Contação de histórias
  • Teatro
  • Oficinas
  • Brincadeiras lúdicas e da "velha infância" (sem o uso de dispositivos tecnológicos)


Teatro:
2017- Os Saltimbancos
2017- O Quintal de Histórias
2025- Histórias da Dana: Em Lendas Africanas 






AB Produções Artísticas

AB Produções Artísticas
Período de Atividade: 2014 ao presente.



















Teatro:
2014- O Tratador de Estrelas
2015- O Pastelão e a Torta
2017- Faz de Conta,um Conto


Oficinas:
2017/2018- Faz de Conta, um Conto - A Arte de Contar Histórias - Fábio Aiolfi
2017- Oficina de Fanzine - Daniela Dias (Parceria com a Biblioteca de Fanzine)


Outros Projetos:
2017/Atualmente- Blog Artista Capixaba



Zines (Antes das Criação da Cleópatra Cartonera):

2018- InfinitosFábio Aiolfi
2018- AntologiaVilma Belfort
2018- Querências - Franciely Sampaio 
2018- Paixão- Vilma Belfort


Cleópatra Cartonera selo editorial da AB Produções Artísticas:

Livros:

2018- Amor Igual (Vilma Belfort)
2018- Girafilda - A Girafa [2ª edição] (Fábio Aiolfi)
2019- Café & Poesia (Bárbara Pérez)
2023- Poeta do Riacho (Fábio Aiolfi)
2025- Literatura Animalista - Somos o Começo da Revolução! (org. Fábio Aiolfi)
2025- Alumbramento - Antologia Poética (Fábio Aiolfi


Zines:


2019- Os Sete Pecados (Vilma Belfort & Fábio Aiolfi)
2026- Devaneios Veganos (Lice Gonçalves)
2026- Cancioneiro do Coletivo Literário Animalista 


Revistas Virtuais:

2025/26- Epifania - Revista Literária 
2025/26- O Aplauso


Ciranda no Arco- Íris

Grupo Teatral Ciranda no Arco- Íris
Período de Atividade: 2006 a 2012.






Teatro:

2006- Melissa, a fadinha Trapalhada
2007- O Mágico - Uma Comédia em Pantomima
2008 a 2016- Faz de Conta, um Conto
2008- Não Igual as Outras Princesas
2009- A Princesa e o Sapo
2011- Cam Baleiando
2011- Eles Também Têm Direitos
2012- O Pastelão e a Torta

Núcleo de teatro adulto: Fora da Coxia:
2008- Cleópatra - A Serpente do Nilo
2009- Vixe, Maria!
2011- Sarau Vilma Belfort


Atores que participaram de alguma produção do Ciranda no Arco-Íris:

Álex Rodrigues
Amanda Bianchini
Amaranta Bianchini
Ariane Barbosa
Arielly Ribeiro
Bruna Moraes
Carol Corti
César Santos
Dana Oliver
Douglas Leite
Edinan Almeida
Estephanie Mognatto
Fábio Aiolfi
Franciely Sampaio
Felipe Leite
Felipe Sales
Iago Mendonça
Jak Oliver
José Ribeiro
Leandra Germano
Lola Lagasse
Lorena Queiroz
Lucy Honoratto
Késia Marques
Maetê Bianchini
Maicon Cardoso
Márcia Pandora
Natália Gregório
Natane Almeida
Nara Oliviery
Nirlan Souza
Pedro Nanay
Rodrigo Diaz
Silvia Helena
Stephanie Zucoloto
Thiara Duarte
Vilma Belfort




Lorena Queiroz em Cleópatra- A Serpente do Nilo

Fábio Aiolfi e o elenco de A Princesa e o Sapo.

O elenco de Melissa, a Fadinha Trapalhada.


domingo, 7 de janeiro de 2018

Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira

Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira
Período de Atividade: 1983 ao presente.













História:

O Grupo Teatral “Gota, Pó e Poeira” surgiu em 15 de agosto de 1983, quando um grupo de adolescentes e jovens do movimento da Igreja Católica resolveu montar trabalhos independentes do contexto religioso ou escolar, vendo no grupo uma possibilidade dessa realização. A partir daí, partiram para estudo de textos, pesquisas sobre o ato de fazer teatro e ainda de como estruturar um grupo. Nessa trajetória de 29 anos, os integrantes foram modificando-se, porém sempre em busca de oficinas, festivais, mostras, e intercâmbio. Hoje é uma referência no Estado do Espírito Santo, sendo um  dos grupos mais ativos das terras capixabas. Seu processo de criação nunca sofreu qualquer interrupção e somada às suas montagens, vieram projetos de circulação de espetáculo, realização de mostras, e ainda a organização do Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, que acontece anualmente.

Nesses quase trinta anos o grupo coleciona muitas histórias e prêmios. Mas para chegar ao estágio de hoje, fizeram desde apresentações em cima de caminhões a palcos grandiosos como os do Rio e São Paulo. A primeira apresentação do grupo foi com a peça “A Verdade”, no Salão dos Vicentinos em Guaçuí, e depois no Distrito de São Tiago. A poeira da estrada que dava acesso ao vilarejo parece que entranhou na história da companhia, e de lá para cá, uma importante página das artes cênicas capixabas foi escrita. 

A primeira incursão do grupo à capital se deu com o espetáculo “A Megera Domada”, em 1985, e que de certa forma apresentou o grupo ao cenário cultural do Estado. A apresentação aconteceu no Theatro Carlos Gomes, no antigo Festival da Federação Capixaba de Teatro Amador e impressionou o Governo do Estado que conseguiu para o elenco uma oficina com o diretor Armando Mecenas Óliver que resultou no espetáculo “Viagem Sideral” – o primeiro prêmio do seu vasto currículo.

Mas os passos no longo caminho estavam apenas iniciando. Era preciso realizar trabalhos com a direção do próprio grupo e ganhar uma identidade. Então o grupo, na ânsia de experimentar, ia de montagens infantis a adultas, em busca de uma linha. Assim montou “O Fardão” e a primeira versão de “A árvore que fugiu do quintal”, produções que foram importantes no processo de aprendizagem dos anos 80. Nessa época ainda o elenco se aventurou por performances e cenas curtas.

As viagens para fora do Estado começaram pelo nordeste, em Pernambuco, quando o grupo por dois anos foi a Cabo de Santo Agostinho, com os espetáculos “A Noite de Teresa Cibalena” e “Por essa Shakespeare não esperava”. Numa conversa com os críticos e jurados, o grupo começou a identificar a linha que deveria tração, chegando à farsa. E vieram alguns sucessos nos anos seguintes, como “Canção dentro do pão”, “Um solo para dois atores”, “A cor desta noite” (que foi transformado num curta metragem), “O guardião do rio” e “O pequenino grão de areia”, entre outras. 

Mas foi com “A Lenda do Talismã”, após uma oficina ministrada pelo diretor Carlos Ola, em 2000, que fez uma renovação em seu elenco, e o grupo ganha espaço na mídia capixaba e monta outros sucessos como “Para sempre Rapunzel”, que encenam até hoje. O grupo foi se firmando com outras montagens, inclusive com participação de outros diretores, como Gilvan Balbino em “Chocolate, cravos e espinhas”, elogiado em festivais paulistas. O grupo também se expande em para outras capitais, como Curitiba, onde descobre o teatro de rua, e encenam grandes sucessos por lá como “A roupa nova do imperador”, “A megera domada” e “A saga amorosa dos amantes Píramo e Tisbe”, essa ainda inédita na cidade.

Hoje mais maduro e consciente de que ainda é preciso crescer mais, o elenco é convidado semanalmente para levar seus trabalhos em diversos municípios da região e ainda tem a incumbência de formar novos atores e técnicos no Ponto de Cultura, recém conquistado, junto ao Governo do Estado do Espírito Santo e Ministério da Cultura. Em todos os lugares por onde passa obtém o reconhecimento pela sua resistência, pelo seu talento, pelo deboche e interatividades de algumas montagens, e – acima de tudo – pelo amor ao teatro.


Espetáculos:

1983- A Verdade
1984- O Médico à Força
1985- A Megera Domada
1986- Viagem Sideral
1987- O Fardão
1988- O Vôo
1988- Oferendas
1992- Por essa Shakespeare não Esperava...
1992- Ritual da Palavra
1993- Ritual da Paixão
1993- A Noite de Teresa Cibalena
1994- Um Solo Para Dois Atores
1996- Canção dentro do Pão
1997- O Pequenino Grão de Areia
2000- A Lenda do Talismã
2000- Auto do Brasil 500
2000- Auto de Guaçuí
2001- Para Sempre Rapunzel
2002- A Bela Adormecida
2002- A Megera Domada
2003- A Viagem de um Barquinho
2003- Canção dentro do Pão
2003- Chocolate, Cravos e Espinhas
2004- Na Clareira dos Sonhos
2004- A Cor desta Noite
2004- A Àrvore que Fugiu do Quintal
2005- Cinderela
2005- A Farsa do Advogado Pathelin
2005- O Guardião do Rio
2005- Bom dia Todas as Cores
2006- No Tempo da Delicadeza
2006- O Último Rei
2006- Que História é essa?
2006- O Casamento de Teresa
2006- A Casa Viaja no Tempo
2007- Lição de Botânica
2007- João e Maria
2007- A Roupa Nova do Imperador
2008- Um Luar Sobre Mim
2008- Dom Casmuro
2009- O Gato de Botas
2010- Estórias de um Povo de Lá
2011- A Megera Domada
2014- A Dama de Copas e o Rei de Cuba
2016- A Absurda Comédia de Duas Vidas

(Em Construção)
O Diretor Carlos Olla

A Saga Amorosa dos Amantes Píramo e Tisbe


Estórias De Um Povo De Lá


Links externos:

www.gotapoepoeira.com.br


Edital: Epifania - Revista Literária nº05

EPIFANIA – Revista Literária nº 05 A Cleópatra Cartonera convida poetas e artistas visuais a participarem da Epifania – Revista Literária ...