quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Kaymuan











Kaymuan é uma banda indígena formada em 2004, na Aldeia de Caieiras Velhas de Aracruz.


Integrantes:

Dirlan Leal - Vocal
Patrick Coutinho - Contrabaixo
Adriano Pajheú - Tambor e Repique
Eliton Pego - Guitarra
Alexandre Sizenando - Casaca
Daniel Pego - Tambor de Condução
Darcival Loureiro - Bateria

O grupo Kaymuan surgiu em 2004 utilizando tambores de congo e casaca, e tem como objetivo levar através da música a cultura e a identidade indígena do povo Tupiniquim de Aracruz (Espírito Santo). Formada por índios Tupiniquins da aldeia Caieiras Velhas, seu repertório conta com composições próprias e releituras de artistas e compositores renomados, além de canções na língua Tupi que contribuem no processo de identidade cultural indígena.

Além dos tambores e a casaca (instrumentos tradicionais utilizados na manifestação folclórica Congo), a banda Kaymuan também utiliza instrumentos convencionais como bateria, contrabaixo, guitarra e teclado, formando assim a identidade congo-reggae, que também incorpora ritmos como pop-rock, baião, forró, entre outros. No show. os integrantes se apresentam com trajes que valorizam suas raízes (pinturas corporais, colar e cocar).


* Kaymuan significa “Mata Velha”.

Vídeos:


















terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Thiago Alves
















Thiago Alves (Colatina, 10 de novembro de 1988)


Ocupação: Músico, Flautista


Participação em conjuntos:
2012- Orquestra Sinfônica Sol Poente
2015- Orquestra da Câmara do Ifes
2019- Trio Cor do Som

Clip:
2015 - Musical Acordes - Wave - Tom Jobim

TV:
2016- Espaço Cult - TV SIM Colatina - Apresentador


Eventos:

Festival Internacional de Inverno de Música Erudita e Popular de Domingos Martins
(Participou das edições de 2012, 2013, 2014 e 2015)



Curiosidades:

* Em 1998, aos 10 anos, Thiago começou a aprender música tocando violão na igreja Maranata.
Nos cinco anos seguintes tocou só violão na igreja e depois resolveu aprender flauta doce e mais tarde a flauta transversa.

* Também toca violão e violoncelo.

Vídeos:

Wave - Musical Acordes





Ismael Carlos
















Ismael Carlos (Pedro Canário, 01 de setembro de 1995)

Ocupação: Ator, bailarino e cantor



Cinema:
2017- Memórias


Teatro:
2013- Uma Noite no Rock In Rio- O Musical
2014- As Histórias de Dona Derpina
2018- #OEU
2018- Atualização de Status
2018- Vá de Retro
2019- Pra quê chorar?





segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Trio Cor do Som













Trio Cor do Som é uma banda brasileira de MPB formada em 2019 em Santa Teresa.




Integrantes:
Esther Alves - Voz e Violão
Thiago Alves- Flauta
Josué Pereira - Violão


Curiosidades:

* Inicialmente o conjunto chamava-se Projeto MPB.

* Esther Alves é mineira.

* Trio Cor e Som apresenta-se com êxito pelas montanhas capixabas.






Vídeos:


Participação do Projeto MPB no programa Espaço 2 da TVE ES.



domingo, 15 de dezembro de 2019

Espírito Santo pela Paz

Espírito Santo pela Paz

















Espírito Santo pela PAZ
(Lord - Letra e música)

Idealizador do projeto Lord por essas bandas
Gravado em dezembro no estúdio ES

Produção musical: Marcelo Kju
Mixagem e masterização: Eder Santana
Arranjos , Guitarra e vilões: Marcelo Kju
Bass: Fabrício Lima
Percurssões: Joabe Lima
Bateria: Jonathan Silva
Sanfona: Xirú do Sul
Teclados: Eder Santana

Artistas participantes:
Rinnah
Lord
Preta e Branca ( Andréa Nery e Liliajane Mallmann)
Comichão (Jales e Victor)
Carlos Papel
Jess Ferrari
Renato Casanova
Lula d'Vitória
Emerson Xumbrega
Bateria águia furiosa Boa Vista
Xirú do Sul
Edson papo furado
Rickson Maioli
Beto Kauê
Alemão do forró
Breno e Bernardo


Ouça:


Hino de Ibatiba

Hino de Ibatiba



















Letra por David Gomes Saraiva
Melodia por David Gomes Saraiva






Nossa terra é mais rica e generante
Tudo temos nada falta é ditoso
Pequenina mas tem coração gigante
Pouco extenso farto e poderoso.

Eis o município ibatibense
Força, união e distinção
Do estado do espírito santense
Membro desta área de tensão.

Defende com garbo tua gente
Ó Ibatiba gracioso
São devotos e agradecem eternamente
Permanente no teu leito virtuoso.

Defende com garbo tua gente
Ó Ibatiba gracioso
São devotos e agradecem eternamente
Permanente no teu leito virtuoso.

Teu verde é tradução é deste País
O rosa tradução do nosso Estado
O branco será sempre o ortis
Formando este nosso aglomerado.

Terra fértil que plantando tudo dá
Terra mãe nos acolhe com amor
O município Ibatibense aqui está
E resplandece com ternura e louvor.

De um relâmpago nasce um trovão
De um pacto, o município si mil
Denominado Ibatiba nosso chão
Ordem e progresso do Brasil.



Ouça:

Hino de Atílio Vivácqua

Hino de Atílio Vivácqua

















Letra por Carlos Augusto Busato Barros e Sebastião Antônio Lima Barros
Melodia por Carlos Augusto Busato Barros e Sebastião Antônio Lima Barros






Que coisa linda a natureza brasileira.
Cachoeiras, rios e cascatas.
Que coisa linda, minha gente.
Marapé, hoje Atílio Vivacqua.

No sul do Espírito Santo,
cortada ao meio pelo rio Muqui.
Lindas paisagens, que encanto!
A natureza é deslumbrante por aqui:

A Pedra do Moitão onipotente,
majestosa sobre a cidade a reinar.
És um símbolo sagrado
e o nosso povo aprendeu a te amar.

Oh meu querido torrão.
Hoje o poeta se vestiu de ilusão
e com a pureza de uma criança feliz
vem exaltar a sua criação,
suas origens, os seus desbravadores,
as suas tradições,

A matriz, a velha estação,
as serenatas e o futebol,
os preservados casarões,
coisas que marcam os nossos corações...

Ex-São Felipe, ex-Marapé...
Atílio Vivacqua minha cidade hoje é.
Meu Marapé, eu amo você.
Atílio Vivacqua, longe de ti não sei viver.



Ouça:

Hino do Estado do Espírito Santo

Hino do Espírito Santo

















Letra por Peçanha Póvoa
Melodia por Artur Napoleão






Surge ao longe a estrela prometida,
Que a luz sobre nós quer espalhar;
Quando ela ocultar-se no horizonte,
Há de o sol nossos feitos lumiar.

Nossos braços são fracos, que importa?
Temos fé, temos crença a fartar;
Supre a falta de idade e de força,
Peitos nobres, valentes, sem par.

Salve o povo espírito-santense!
Herdeiro de um passado glorioso,
Somos nós a falange do presente,
Em busca de um futuro esperançoso.

Saudemos nossos pais e mestres,
A Pátria, que estremece de alegria,
Na hora em que seus filhos, reunidos,
Dão exemplos de amor e de harmonia.

Venham louros, coroas, venham flores,
Ornar os troféus da mocidade;
Se as glórias do presente forem poucas;
Acenai para nós posteridade!

Salve o povo espírito-santense!
Herdeiro de um passado glorioso,
Somos nós a falange do presente,
Em busca de um futuro esperançoso.



Ouça:

sábado, 7 de dezembro de 2019

Clério José Borges

Clério José Borges (Vila Velha, 15 de setembro de 1950)





Ocupação: Escritor, historiador, ator e ativista cultural.











Livros:

1990- O Trovismo Capixaba
1996- Alvor Poético - João Scortecci Editora, (SP)
1997- Origem Capixaba da Trova
1998- História da Serra
2004- O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe (Cordel)
Dicionário Regional de Gírias e Jargões

Como organizador:

1985- Trovadores dos Seminários Nacionais da Trova  (Organização junto com Santa Inéze da Rocha)
1987- Trovadores 87  (Organização junto com Antônio Soares)
Serra em Prosa e Versos - Poetas e Escritores da Serra

Outros Livros:

1985- Trovadores Brasileiros da Atualidade
1987- O Melhor dos Melhores- Editora Edições Caravela, de Porto Alegre, RS.




Como ator nos filmes:

Queimado
Trovadores do Neotrovismo na Amazônia
Nova Almeida em um olhar  (Doc.)


Curiosidades:


* Contista infantil para AGAZETINHA entre 1966 e 1968.

* Fundou com os amigos Zedânove Tavares Sucupira e Emanuel do Espírito Santo Barcellos, o "Jornal de Vila Velha", que no ano de 1969 circulou em quatro ocasiões.

* Foi jornalista do jornal A Tribuna e O Diário (exinto).

* Foi jornalista correspondente no Espírito Santo da Revista INTERVALO, da Editora Abril, de São Paulo.

* Entre 1980 e 1981 manteve uma coluna de trova no Jornal Correio Popular, de Cariacica – ES.

* Estudou Direito e Pedagogia na UFES - Universidade Federal do Espírito Santo.

* Fundou e foi o 1º presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, ALEAS.

* Fundou e preside o Clube dos Poetas Trovadores Capixabas, CTC.

* Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico do ES.

* Foi Conselheiro Titular do Conselho ESTADUAL de Cultura do Espírito Santo, indicado pelas entidades culturais e nomeado pelo Governador do Estado, de 04/01/1989 a 18/02/1993, durante cinco anos, quando foi eleito e atuou em alguns períodos, como Secretário e Vice-presidente do CEC-ES. Após 18/02/1993 e até o ano 2000, continuou no referido Conselho como Colaborador, passando a pertencer à Câmara de Literatura do referido Conselho, CEC-ES, (Conselho Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo).

* Em 1997, tomou posse como Conselheiro Titular da Área de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Cidade da SERRA.

*No Dia 10/02/2007, em pleno Carnaval Capixaba, Clério José Borges foi homenageado, no SAMBÃO DO POVO, em Vitória, ES, como Historiador pela Escola de Samba ROSAS DE OURO, do Município da Serra, Espírito Santo, presidida pelo Carnavalesco Marcos Caran. Clério desfilou como Destaque num Carro alegórico pois o enredo "SERRA 450 ANOS DE FUNDAÇÃO, foi baseado no Livro HISTÓRIA DA SERRA, de Clério José Borges.

* Detentor de diversos Diplomas, Troféus e Medalhas. Pertence a diversas entidades culturais e Academias no Brasil e no Exterior. Publicou mais de dez livros sendo os mais vendidos e conhecidos, "História da Serra", "Poetas e Escritores da Serra", "Origem Capixaba da Trova", "O Trovismo Capixaba" e "Dicionário Regional de Gírias e Jargões".


Prêmios:

1973 recebeu o Título de "Personalidade de Vila Velha".

1994- Título de Cidadão Serrano- Câmara Municipal da Serra.

1999- Melhor Livro do Ano de 1998 - História da Serra - Sociedade de Cultura Latina do Brasil

2006- Medalha Chico Prego

2010- Troféu Carlos Drummond de Andrade, como o Escritor do ano de 2010 - Itabira, MG.

2012- Troféu Pedro Aleixo- Destaque Cultural do ano de 2012 - Itabira, MG.


Fonte: https://www.clerioborges.com.br/centro.html

Mestre Zé Paulo

Mestre Zé Paulo (Apiacá, 15 de março de 1937 - Rio de Janeiro, 13 de junho de 2005)


Nome Completo: José Paulo Miranda
Ocupação: Instrumentista, Violonista e Cavaquinista.














Discografia:

1978- Sambachoro
1990- 30 anos de Brasília
1997- Quem somos nós
2000- Alma carioca
2001- Brasileiríssimo

Curiosidades:

Nasceu no diz 13, mas o pai o registrou dois dias após por motivo de superstição.

Filho de Álvaro Ramos de Miranda, violonista que tocou com Pixinguinha, Benedito Lacerda, Rogério Guimarães, Tico-Tico e Dante Santoro.

Nasceu na cidade de Apiacá, no Espírito Santo. Ainda pequeno, a família mudou-se para o Rio de Janeiro.

Faleceu devido a uma parada cardíaca no momento em que se apresentava no Restaurante Siri Mole & Companhia, no meio de um solo de cavaquinho para "Inútil paisagem", de Tom Jobim.




Fonte:
http://dicionariompb.com.br/mestre-ze-paulo/biografia

Edital: Epifania - Revista Literária nº05

EPIFANIA – Revista Literária nº 05 A Cleópatra Cartonera convida poetas e artistas visuais a participarem da Epifania – Revista Literária ...