terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Nem Todos Podem Voar

Nem Todos Podem Voar

Estreia: 2018



















Ficha Técnica:

Direção: Anderson Lima
Produção: Anderson Lima e Guy Simões
Classificação: Livre

Elenco: 
Aldair Lourenço, 
André Seidel, 
Anne Lopes, 
Duanny Gardoni, 
Ebran Huntington, 
Fabrícia Mafra, 
Fernanda Penna, 
Guilherme Penna, 
Islane Silva, 
Jennifer Duque, 
Josiel Silva, 
Julia Oaskes, 
Letícia Mantovani, 
Lorena Silva, 
Matheus Santos, 
Raonny Bryan Metzker, 
Raquel Martins, 
Raynne Lopes 
Taynara Dutra


Sinopse:
Alguns meninos, que diariamente enfrentam o medo da violência, se escondem num lugar imaginário, com a tentativa de fugir da realidade adulta. Durante a transição imaginária, alguns adultos também acabam entrando nesse universo fantasioso, interagindo com os demais. 

O espetáculo faz uma releitura da Terra do Nunca e foi inspirado no romance “Peter Pan” de J.M. Barrie, apresentando os personagens da trama, nascendo a partir do cotidiano dos atores que integram o elenco. Peter Pan e Capitão Gancho disputam o domínio dos grupos, enquanto os meninos perdidos e as piratas transformam batalhas violentas em brincadeiras divertidas.

domingo, 11 de novembro de 2018

Esther Ruella

Esther Ruella




Nome Completo: Esther Martins Ruella
Ocupação: Professora e Escritora











Literatura:
2018- Poemas de coisas... que ouvi, vi e vivi



Curiosidades:

*Mãe de duas meninas e um menino.

* É professora do ensino fundamental séries iniciais.

* Nasceu no dia 15 de março de 1975.

Poemas de coisas... que ouvi, vi e vivi

Poemas de coisas... que ouvi, vi e vivi
Lançamento: 2018






















Autora: Esther Ruella
Gênero: Poesia
ISBN: 978-85-518-1378-2
Páginas: 84
Tamanho do livro: 14x21
Lançamento: 2018

Manoel Loreno (Seu Manoelzinho)

Manoel Loreno (Seu Manoelzinho)


Nome: Manoel Loreno da Silva
Função: Cineasta








Alguns filmes:
2000- O Espantalho Assassino
2002- O Rico Pobre
2006- O Homem Sem Lei
2008- A Gripe do Frango
2009- O Rico Pobre (Refilmagem)

Outros títulos:
Loreno, o Gatilho Mais Rápido do Oeste
A vingança de Loreno
Amor Proibido
A Maudição da casa de Vanirinho




Curiosidades:

* Seu Manoelzinho convidava as pessoas de Mantenópolis para serem atores.

* Ganhou destaque nacional em uma reportagem do programa Mais Vocês, da Rede Globo, em 2004.

* Faleceu vítima de um AVC, no dia 10 de novembro de 2018.




Importante: Ajude o Blog Artista Capixaba a melhorar seu acervo de informações: abproducoesart@gmail.com

Fonte: seculodiario

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Marcia Zanandrea

Marcia Zanandrea (Vila Velha, 21 de abril de 1960)


Nome Completo: Marcia Couto Zanandrea










Livros:
2012- O Congo Capixaba: Cultura Popular do Espírito Santo
2015- Ternura no Papel

Exposições:
Exposição Coletiva – Aquarelando Vitória
2010- Galeria Virgínia Tamanini – Vitória. ES
-Exposição individual –Aquarelas –Tema MULHER
2011- Aliança Francesa de Vitória -Vitória. ES
-Terceiro Encontro de Escritores Capixabas- A Mulher Literata e o Papel da Mulher na
Sociedade.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Quanto Tempo Vale Um Corpo?

Quanto Tempo Vale Um Corpo?
Estreia: 2018
iá Cia de Dança


















Ficha Técnica:
Direção Artística: Cleverson Guerrera, Stael Magesck, Elídio Netto, Gil Mendes e Hudson de Paula
Coreógrafos: Gil Mendes e Elídio Netto
Direção Cênica: Cleverson Guerrera
Designer de Figurino: Stael Magesck
Costureira: Marluce Ventura Souza
Cenário: Cleverson Guerrera
Trilha Sonora: Hudson de Paula e Eder Monteiro
Designer de Luz: André Stefson
Assistente de Iluminação e Operador: Natan Dias
Fotografias Material Gráfico: Rodrigo Paouto
Fotografias/ Vídeos ( Ensaios, Redes Sociais): Leandro Pereira
Designer Material Gráfico e Logo: Daniella Navarro
Organização Projeto: Angélica Gabriel Barcellos / Angélica Gusmão / Bethânia Ramos
Produção Executiva: Angelica Gabriel / Stael Magesck
Gestão: Stael Magesck
Realização: iá Cia de Dança

Elenco:
Bailarinos / Intérpretes:

Aline Perim
Angelica Nicheti
Angelica Gabriel Barcellos
Angelica Gusmão
Bethânia Alves
Cleverson Guerrera
Dalisa Campos
Elídio Netto
Heliomar Copertino
Hudson de Paula
Indianara Avelino
Iza Vicentini
Katia Cuzzuol
Nadia Amorim
Nill Noslin
Stael Magesck




Sinopse:
Quanto Tempo Vale Um Corpo?
O corpo tem validade?
Existe um tempo para dançar?
Até quando poderei dançar?

O corpo maduro, depois dos quarenta, ainda pode dançar?
“Muitos bailarinos, intérpretes bailarinos, profissionais da dança... em algum tempo devem ter feito essas perguntas, em uma sociedade onde os padrões de beleza são impostos e se privilegia o corpo jovem, enxuto e esguio, o estereótipo vindo do balé clássico”.
Talvez não tenhamos mais nenhum tempo, e tempo, não há a perder.

“Gordurinhas”, “dobrinhas”, “linhas”, ruguinhas, “corpo enferrujado”, excessos, limitações, sedentário, não alongado...Nossos "corpos possíveis", reais...E o tempo? É o hoje, o presente, o agora. 

Um reencontro com a plenitude do tempo em seus corpos.
Seus desejos cometidos com o agora em uma obra coreográfica que conduz o presente das transformações e propõe um diálogo entre o corpo pensado e o corpo vivido, e, como em uma colcha de retalhos bordada pelo tempo com linhas e recortes das memórias afetivas, se entrelaça pela dança construindo uma trama de histórias.
Um espetáculo de Dança Contemporânea.

iá Cia de Dança





Histórico:

A iá Cia surge do reencontro da primeira e segunda turma de alunos do Curso de Qualificação Profissional em Dança da Escola de Teatro, Dança e Música FAFI, isso entre os anos de 1999 e 2000.
A FAFI, claro, sempre foi para nós em todos esses anos, praticamente a “segunda casa”. Ainda antes da escola abrigar o Curso Técnico em dança e Teatro, todos já se encontravam "ali" nas salas, corredores, escada, anfiteatro... Impossível "olhar para trás" e não pensar na importância desse espaço como ponto de congruência, de trocas, de criação...e de construção de todos nós, como pessoas e profissionais.

E lá se vão 25 anos de FAFI, um espaço especial para quem aprecia a arte, no Centro do Centro Histórico de Vitória, como um "coração que pulsa", e faz a cidade vibrar diferente!

E nós? Passaram-se praticamente vinte anos desde a formatura...e aqui estamos de volta para falarmos de nossas metamorfoses, reviver o passado, matar saudades, contar histórias, memórias...e mais, mostrar o quanto a dança ainda é importante na vida de cada um e o quanto, mesmo ausente (alguns) em corpo presente no passar desses quase vinte anos, essa dança permaneceu tão viva na alma de todos.
Como alunos, tivemos capacitação com vários profissionais de dança de estilos e técnicas diferentes (Clássico, Moderno, Contemporâneo, Danças Populares, Afro, Butô, Jazz...História e Anatomia da Dança, Sonoplastia e Teatro) e muitos de nós também fizeram parte de Companhias profissionais, como: Negraô, Avivar, Cia Corpo em Cena, Homem Cia de Dança, Mitzi Marzzuti, Grupo Vira Lata de Teatro...Experiências essas, que hoje com certeza faz com que uma das principais características dos componentes da iá Cia seja a bagagem ampla e diversa de estilos e técnicas que cada bailarino intérprete trás em sua formação.

"O Tempo é hoje, o agora, o presente. O corpo metamorfoseia, a dança metamorfoseia junto com o corpo"

"iá Cia de dança" é memória, história, "resgate", é o agora, o passado e o futuro e o infinito de possibilidades"


“Ninguém se preocupa com sua capacidade de dançar bem. Levante-se e dance. Os grandes bailarinos são excelentes graças à sua paixão.”


Integrantes:

Aline Perim
Angelica Nicheti
Angelica Gabriel Barcellos
Angelica Gusmão
Bethânia Alves
Cleverson Guerrera
Dalisa Campos
Elídio Netto
Heliomar Copertino
Hudson de Paula
Indianara Avelino
Iza Vicentini
Katia Cuzzuol
Nadia Amorim
Nill Noslin
Stael Magesck


Espetáculo:
2018- Quanto Tempo Vale Um Corpo?

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Rio das Sereias

Rio das Sereias
Lançamento: 2015




















Título: Rio das Sereias
Autor: Daniele Loureiro
Lançamento: 2015
Número de páginas: 38
ISBN: 978-989-51-2996-6

Sinopse
Caminhando pelas ruas desertas do vilarejo, todos já haviam se retirado para suas casas e preparavam-se para descansar, João se deixou levar pelo caminho que levava até o Rio das Sereias. Andou cantarolando o caminho todo, estava abafado e o suor parecia sair por todos os seus poros. Chegando ao rio, começou a observar a parte rasa... Até que de repente, ou por um reflexo do sol, ou seus olhos estavam vendo coisas... Viu um ponto brilhar na água.
- Sereia? É a sereia? – disse, entrando com os pés na água.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Entardecer - Antologia Poética

Entardecer - Antologia PoéticaEntardecer - Antologia Poética
Lançamento: 2018

















Título: Entardecer - Antologia Poética
Autor: Fábio Aiolfi
Editora: Cleópatra Editora Cartonera
Lançamento: 2018
Gênero: Poesia
Formato: Artesanal
Capa: Diego Monteiro
Prefácio: Vilma Belfort

Sinopse:


A poesia é usada para expressar a alma humana em todas as suas dimensões. Nesta antologia, o autor Fábio Aiolfi traz à tona, através da criatividade das palavras, uma gama de camadas que envolvem as mentes e os corações de todos nós. A imaginação do escritor, voa livre entre páginas de emoções, retratando o amor, a amizade, a tristeza e a felicidade que permeia o mundo. 

Curiosidades:

* Fazem parte deste livro, uma seleção de poemas publicados nos livros: O Silêncio do Pensamento (2010), Madrugadas Tardias (2011), Baú da Fantasia (2012) e Infinito- O Último Livro de um Poeta Romântico (2012).




Fábio Aiolfi - Infinito (Poesia)


Fábio Aiolfi - Abril (Poesia)



Lágrima Fora do Lugar

Lágrima Fora do Lugar
Lançamento: 2016


















Título: Lágrima Fora do Lugar
Escritora: Suely Bispo
Editora: Cousa
Lançamento: 2016



Sinopse:
O amor, a relação com o outro, a solidão e muita água constroem o que é Lágrima Fora do Lugar. Jorge Nascimento, convidado que assina o prefácio do livro, acrescenta ainda um outro ponto presente na obra, as raízes com a ancestralidade: “se a Poesia pode ter uma finalidade, é ser meio de religação entre os entes, os seres e as coisas desse e dos outros mundos possíveis” – religação perceptível não só nesse livro, mas na obra de Suely enquanto artista, que de alguma forma está sempre a evidenciar sua identidade étnica de mulher negra.

A palavra crua e simples é o que caracteriza os escritos da poetisa. Tudo está posto ali para ser absorvido de uma vez só, rapidamente, num livro curto de 70 páginas, que convida o público a navegar por poemas curtos que, como frisado, são marcados pela água. Água essa que está presente em forma de lágrimas, mas nem sempre sofridas. As lágrimas de Suely neste livro são de saudades, nostalgia, pelas marcas do tempo e pelo amor.  

Fonte: Século Diário




Edital: Epifania - Revista Literária nº05

EPIFANIA – Revista Literária nº 05 A Cleópatra Cartonera convida poetas e artistas visuais a participarem da Epifania – Revista Literária ...