domingo, 7 de janeiro de 2018

Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira

Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira
Período de Atividade: 1983 ao presente.













História:

O Grupo Teatral “Gota, Pó e Poeira” surgiu em 15 de agosto de 1983, quando um grupo de adolescentes e jovens do movimento da Igreja Católica resolveu montar trabalhos independentes do contexto religioso ou escolar, vendo no grupo uma possibilidade dessa realização. A partir daí, partiram para estudo de textos, pesquisas sobre o ato de fazer teatro e ainda de como estruturar um grupo. Nessa trajetória de 29 anos, os integrantes foram modificando-se, porém sempre em busca de oficinas, festivais, mostras, e intercâmbio. Hoje é uma referência no Estado do Espírito Santo, sendo um  dos grupos mais ativos das terras capixabas. Seu processo de criação nunca sofreu qualquer interrupção e somada às suas montagens, vieram projetos de circulação de espetáculo, realização de mostras, e ainda a organização do Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, que acontece anualmente.

Nesses quase trinta anos o grupo coleciona muitas histórias e prêmios. Mas para chegar ao estágio de hoje, fizeram desde apresentações em cima de caminhões a palcos grandiosos como os do Rio e São Paulo. A primeira apresentação do grupo foi com a peça “A Verdade”, no Salão dos Vicentinos em Guaçuí, e depois no Distrito de São Tiago. A poeira da estrada que dava acesso ao vilarejo parece que entranhou na história da companhia, e de lá para cá, uma importante página das artes cênicas capixabas foi escrita. 

A primeira incursão do grupo à capital se deu com o espetáculo “A Megera Domada”, em 1985, e que de certa forma apresentou o grupo ao cenário cultural do Estado. A apresentação aconteceu no Theatro Carlos Gomes, no antigo Festival da Federação Capixaba de Teatro Amador e impressionou o Governo do Estado que conseguiu para o elenco uma oficina com o diretor Armando Mecenas Óliver que resultou no espetáculo “Viagem Sideral” – o primeiro prêmio do seu vasto currículo.

Mas os passos no longo caminho estavam apenas iniciando. Era preciso realizar trabalhos com a direção do próprio grupo e ganhar uma identidade. Então o grupo, na ânsia de experimentar, ia de montagens infantis a adultas, em busca de uma linha. Assim montou “O Fardão” e a primeira versão de “A árvore que fugiu do quintal”, produções que foram importantes no processo de aprendizagem dos anos 80. Nessa época ainda o elenco se aventurou por performances e cenas curtas.

As viagens para fora do Estado começaram pelo nordeste, em Pernambuco, quando o grupo por dois anos foi a Cabo de Santo Agostinho, com os espetáculos “A Noite de Teresa Cibalena” e “Por essa Shakespeare não esperava”. Numa conversa com os críticos e jurados, o grupo começou a identificar a linha que deveria tração, chegando à farsa. E vieram alguns sucessos nos anos seguintes, como “Canção dentro do pão”, “Um solo para dois atores”, “A cor desta noite” (que foi transformado num curta metragem), “O guardião do rio” e “O pequenino grão de areia”, entre outras. 

Mas foi com “A Lenda do Talismã”, após uma oficina ministrada pelo diretor Carlos Ola, em 2000, que fez uma renovação em seu elenco, e o grupo ganha espaço na mídia capixaba e monta outros sucessos como “Para sempre Rapunzel”, que encenam até hoje. O grupo foi se firmando com outras montagens, inclusive com participação de outros diretores, como Gilvan Balbino em “Chocolate, cravos e espinhas”, elogiado em festivais paulistas. O grupo também se expande em para outras capitais, como Curitiba, onde descobre o teatro de rua, e encenam grandes sucessos por lá como “A roupa nova do imperador”, “A megera domada” e “A saga amorosa dos amantes Píramo e Tisbe”, essa ainda inédita na cidade.

Hoje mais maduro e consciente de que ainda é preciso crescer mais, o elenco é convidado semanalmente para levar seus trabalhos em diversos municípios da região e ainda tem a incumbência de formar novos atores e técnicos no Ponto de Cultura, recém conquistado, junto ao Governo do Estado do Espírito Santo e Ministério da Cultura. Em todos os lugares por onde passa obtém o reconhecimento pela sua resistência, pelo seu talento, pelo deboche e interatividades de algumas montagens, e – acima de tudo – pelo amor ao teatro.


Espetáculos:

1983- A Verdade
1984- O Médico à Força
1985- A Megera Domada
1986- Viagem Sideral
1987- O Fardão
1988- O Vôo
1988- Oferendas
1992- Por essa Shakespeare não Esperava...
1992- Ritual da Palavra
1993- Ritual da Paixão
1993- A Noite de Teresa Cibalena
1994- Um Solo Para Dois Atores
1996- Canção dentro do Pão
1997- O Pequenino Grão de Areia
2000- A Lenda do Talismã
2000- Auto do Brasil 500
2000- Auto de Guaçuí
2001- Para Sempre Rapunzel
2002- A Bela Adormecida
2002- A Megera Domada
2003- A Viagem de um Barquinho
2003- Canção dentro do Pão
2003- Chocolate, Cravos e Espinhas
2004- Na Clareira dos Sonhos
2004- A Cor desta Noite
2004- A Àrvore que Fugiu do Quintal
2005- Cinderela
2005- A Farsa do Advogado Pathelin
2005- O Guardião do Rio
2005- Bom dia Todas as Cores
2006- No Tempo da Delicadeza
2006- O Último Rei
2006- Que História é essa?
2006- O Casamento de Teresa
2006- A Casa Viaja no Tempo
2007- Lição de Botânica
2007- João e Maria
2007- A Roupa Nova do Imperador
2008- Um Luar Sobre Mim
2008- Dom Casmuro
2009- O Gato de Botas
2010- Estórias de um Povo de Lá
2011- A Megera Domada
2014- A Dama de Copas e o Rei de Cuba
2016- A Absurda Comédia de Duas Vidas

(Em Construção)
O Diretor Carlos Olla

A Saga Amorosa dos Amantes Píramo e Tisbe


Estórias De Um Povo De Lá


Links externos:

www.gotapoepoeira.com.br


A Voz dos Ventos

A Voz dos Ventos
Lançamento: 2011

















Título: A Voz dos Ventos
Gênero: Poesia
Organização: Fábio Aiolfi
Prefácio: Vilma Belfort
Lançamento: 2011

Autores:

Vilma Belfort
Julia Moronset
Hudson Giovanni
Fábio Aiolfi

Desvanecendo em Amor

Desvanecendo em Amor 
Lançamento: 2010

















Título: Desvanecendo em Amor
Gênero: Poesia
Organização: Fábio Aiolfi
Prefácio: Vilma Belfort
Obra da Capa: Anelise Sabino
Lançamento: 2010

Autores:

Thiago de Menezes
Tania Camargo
Abimael Borges
Angela Green
Uarlen Becker
Vilma Belfort
Selene Antunes
Fábio Aiolfi

Palco das Ilusões

Palco das Ilusões
Lançamento: 2011


















Título: Palco das Ilusões
Autor: Hudson Giovanni
Lançamento: 2011
Gênero: Poesia

“ Por mais que você possua o segredo da beleza da juventude, eu sempre estarei a sua frente com a sabedoria da experiência.”
(Dom Hudson Giovanni)

O motivo pelo qual escolhi este nome para um livro de poesias, é porque sempre amei a arte da encenação. O Teatro está cada dia mais impregnado em minhas entranhas. Sou Diretor e Fundador de um Grupo de Teatro amador “Dramática Loucura” em minha amada terra, Dores do Rio Preto-ES, e sempre foi nas artes que extravasei meus mais profundos e misteriosos instintos. Com a poesia, a pintura e a arte cênica, eu pude colocar à tona, minhas múltiplas facetas, que fui aprendendo a conviver e aperfeiçoá-las com o tempo. E “Batalha”, é uma gíria no mundo Gay, que significa a quantidade de tempo que se é assumido, principalmente para si mesmo. Chamamos de “batalha”, pois realmente é uma incessante luta diária, com o preconceito e auto-preconceito. Guerreamos dia a dia com dificuldades e obstáculos que a cada instante de tornam mais intensos em nossa vida.
Após passar por circunstâncias - que prefiro que não se repitam - eu pude ver o quanto foi oportuno para mim o sofrimento. Percebi que nós, “humanos”, precisamos passar pelo sofrimento para nossa evolução. E o que inspira um artista não é a alegria, o amor. É o sofrimento que estes sentimentos – ou a falta deles – nos trazem. Que o que procuramos durante toda nossa vida, somos nós mesmos nos outros.
Por isso dedico principalmente aos que me fizeram sofrer e as circunstancias que me levaram à dor. Como digo no início de minha obra, “Cresci”.


Fábio Aiolfi- Infinitos

Fábio Aiolfi- Infinitos



Autor: Fábio Aiolfi
Ano de Lançamento: 2018
Versões: Colorido e Preto/Branco
Gênero: Poesia


Versões:

Versão Oficial.
Versão Colorida


Vídeos:



Vilma Belfort - Antologia

Vilma Belfort - Antologia
Lançamento: 2018



















Autora: Vilma Belfort
Organização e distribuição: AB Produções Artísticas
Supervisão Gráfica: Diego Monteiro
Lançamento: 2018
Páginas: 8


Poemas:
Quando você me chama de meu amor
Cartilagem
Testamento
Fique Comigo
Mimesis
Intermitências
Incisão
Recado
Entrega


Desvanecendo em Amor Vol. 2

Desvanecendo em Amor Vol. 2
Lançamento: 2012



















Título: Desvanecendo em Amor Vol. 2
Gênero: Poesia
Organização: Fábio Aiolfi
Prefácio: Vilma Belfort
Obra da Capa: Anelise Sabino
Arte da Capa: Fabiana Santo
Lançamento: 2012

Autores:

ZzCouto
Fernnando França
Rodrigo Sioly
Lucy Mara Mansanaris
Marcos Toleto
Berenic
Weslem Policarpo B. Mathues
Selene Antunes
Mando Mago Poeta
Teresa Improta Monnier
Ana Lago de Luz
Francis França
Terê Arceles
Elayne Aguiar
Regina Araujo
Camila Lima
Lucas Maicon
Josette Garcia
Regina Xavier
Anderson Nascimento
mmadalena
Joel Costadelli
Hudson Giovanni
Lílian Maial
Arielly Ribeiro
(By M&!!O)
Nancy Cobo
Diogo Gomes de Andrade
Edinan Almeida
Vilma Belfort
Douglas Leite
Franciely Sampaio
Fábio Aiolfi


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Hino de Nova Venécia

Hino do município de Nova Venécia
















Letra por Marcelo de Macedo Paiva
Melodia por Marcelo de Macedo Paiva



Nova Venécia
Eterna juventude
Tua historia linda como és
Tenho origem com Barão de aimorés
É exemplo de ideal e compreensão
De varias raças em nosso torrão
De todas as partes, chegaram pra ficar
Italianos destemidos, vindos de alem mar.
Junto com os pomeranos.
E os negros africanos
Se unidos aos índios e também aos
nordestinos
Tu és Brasil
Tens riquezas Naturais
Salve Veneza
Salve Itália
Salve seus ancestrais
Nova Venécia
Eterna juventude
Teu presente é um passado constante
De muitas lutas e buscas incessantes
A procura de um futuro promissor
Que traga paz, progresso e amor.
Guardas no peito um trunfo de valor
Teu povo sempre humilde muito
trabalhador
Que preserva a natureza
Com toda dedicação
Mantendo como símbolo, o elefante e o
leão
Tu és Brasil
Tens riquezas naturais
Salve Veneza
Salve Itália
Salve seus ancestrais
Foi sábia a idéia de te criar
E a história com certeza
Mostrará o porque
Teu coração é muito grande podes crer
Só quem você abrigou tem o poder
De compreender tua grandeza
E tua simplicidade
Teus filhos amados,
Vivem unidos com calor
Carinho e muita fé
Às margens do querido cricaré
Nova Venécia
És fruto de semente do campo Europeu
Tu és Brasil
Tem riquezas naturais
Salve povo veneciano
Salve seus ancestrais.

Fonte: wikisource

Hino de Rio Novo do Sul
















Letra por José Veiga da Silva
Melodia por José Veiga da Silva



Sob o pálio do amor
Vive um povo brioso e altivo
Que desde suas primeiras
E sadias gerações
Prende todas as atenções
Habitante de um vale
Circundado
Por belas montanhas,
Sob um céu mais azul
Construiu Rio Novo do Sul

Passo à passo o progresso
A essas plagas chegou
E seus filhos com denodo
E honradez o aproveitou
E agora em nosso Estado
É um próspero município
Para orgulho de seus filhos
Que esforço não poupou.

Salve! Salve! Salve!
Berço querido
De tantas tradições...
Salve! Salve! Salve!
Terra sagrada
E por Deus abençoada.

Lá na serra, bem no alto
Em piedosa e eterna oração
Vivem o Frade e a Freira
Implorando ao Criador
Suas bênçãos e proteção,
E suas preces fervorosas
Santamente por Ele ouvidas
Trouxeram paz e amor
Com virtudes e vigor.

E feliz, mui feliz
Vive o povo rionovense
Trabalhando com denodo
Pra cumprir sua missão,
Sob um céu cor de anil
Nessa luta se igualando,
Engrandece seu torrão
E o nosso Brasil.

Fonte: wikisource

Hino de Linhares















Letra por Francisco Correia de Amorim
Melodia por Francisco Correia de Amorim

É madrugada de um dia faustoso
Vinde conosco cantar, vibrar
A doce brisa deste glorioso
Rincão que muito nos cabe amar
Doirando as matas desponta a alvorada
Vinde conosco observar
Quanta beleza na caminhada
Do rio Doce em busca do mar

Deus guarde a terra
Que a todos nós, maternalmente
Acolhe e ampara
Em tudo abundantemente
Seu povo a glória
Conseguir posso elevá-la
Cada vez mais
Tornar feliz a sua gente

Nesta planície central do Estado
Vinde conosco observar
Tesouro imenso nos foi legado
Vasto celeiro, flora sem par
Entre lagoas piscosas e belas
Vereis a bela e rica louçã
Que inspirar pode magistrais telas
A majestosa Juparanã

Fonte:wikisource

Edital: Epifania - Revista Literária nº05

EPIFANIA – Revista Literária nº 05 A Cleópatra Cartonera convida poetas e artistas visuais a participarem da Epifania – Revista Literária ...