quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Quintal de Histórias

O Quintal de Histórias
Vão Brincar!
Lançamento: 2017


















Ficha Técnica:

Direção e Produção: Dana Oliver
Maquiagem, Cenário e Figurino- Criação Coletiva Vão Brincar!
Música: Rapha Morret


Elenco:

Dana Oliver
Fábio Aiolfi / Thiago Lourenço

Sinopse:

No quintal era onde ouvíamos as histórias dos nossos antepassados, iluminados pela luz do
lampião e acompanhadas por cantigas. Um lugar encantado, onde tudo pode acontecer, e tudo
pode se transformar.
Interpretado pelos atores e contadores de histórias, Dana OliverFábio Aiolfi, que vivem como
passarinhos donos do seu quintal, este que tem como missão contar as histórias, que ouviam
quando todos moravam ali. - O QUINTAL DE HISTÓRIAS – é um espetáculo de contação de
histórias, inspirado nas histórias e cantigas que a atriz Dana Oliver ouvia de sua mãe (in
memoriam). O espetáculo mistura ludicidade e encanto, com a utilização de objetos e adereços
cênicos, que se transformam no decorrer das cenas e que foram construídos sob uma ótica
sustentável.
A musicalidade presente nos instrumentos alternativos, dão ritmo as cantigas e aos efeitos
sonoros do espetáculo. Os recursos cênicos dinamizam as histórias, além da interatividade do
espetáculo ser provocada através das parlendas e brincadeiras com o público presente.
















terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Milson Henriques

Milson Henriques ( São João da Barra, RJ, ? de ? de 1938)

















Milson Henriques tinha 78 anos e nasceu em São João da Barra, no Rio de Janeiro, em 1938. Foi em 1964 que ele se mudou para o Espírito Santo – a princípio para visitar o Estado, mas acabou ficando. O artista envolveu-se com  teatro, literatura e, sua contribuição mais aclamada: charges em jornal local.

A personagem Marly é a criação mais famosa de Milson, que seguia em publicação até recentemente. O cartunista ainda publicou o livro infantil As Mudanças de Beto; foi homenageado no carnaval de Vitória pela escola Andaraí, em 2012; além dos tantos projetos que empreendia na área teatral.  (Fonte:Seculo Diario)


Ator:
1964- Arena Conta Zumbi (Fonte:milsonhenriques.wordpress.com)


Autor:
1979- Vamos brincar de brincar
1992- Hello Creuzodete
1994- Dois de Paus em Bocket Show
1995- Hello Creuzodete II, a Missão
1998- Hello Creuzodete III - A Perereca da Marly
2006- Hello Creuzodete IV- Finalmente alguém comeu
2008- Muito + que Amor

Livros:
1990- Ai, tia Zizi, como saí a ti!: "em busca do tempo sofrido" (Fonte: Skoob)
1995- Eu Fundido- Poetiras, poemetos, esquetes e mamulengos
1999- A Tímida Luz de Vela das Últimas Esperanças
2000- Vitória dos Meus Carinhos e Descaminhos
2003- TPM (Teatro, Poesia, Monólogos) Também é coisa de macho
2006- Amor, Melancolia, Ternura e Baixaria
2006- A Zebra Metida à Besta
2014- As Mudanças de Beto

CD:
2010- Mil Coisas, Sei lá! (Cd de Poesias)
2012- As Loucuras do Comédia de La Carte (Participação Especial)

Cinema:

Curta-Metragem:
1967 - Alto a La Agressión! (Direção: Toninho Neves) (Fonte:Seculo Diario)

Televisão:

Escola Mágica (TV Capixaba/ Band)


Curiosidades:

* E escola de samba Andaraí, do bairro Santa Marta, em Vitória, contou na avenida, em 2012, os  50 anos de carreira de Milson Henriques, um dos maiores ícones da cultura e da arte do Espírito Santo. Em 2002, a escola já tinha feito uma homenagem ao artista. (Fonte: G1)

* Esta página permanece em construção, pois Milson tem um legado bem maior do que aqui apresentado.


Renato Pacheco

Renato Pacheco




















Renato José Costa Pacheco nasceu em Vitória, em 1928, e faleceu na mesma cidade em março de 2004. Bacharel em Direito e História, mestre em Ciências e livre docente da Universidade Federal do Espírito Santo, dedicou mais de 40 anos ao magistério e quase 20 à magistratura estadual.

Como professor, foi catedrático de História Geral do Colégio Estadual do Espírito Santo, professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Ufes e diretor da Escola de Magistratura do Espírito Santo.

Nos últimos anos, já aposentado na Ufes, foi professor da Faculdade de Direito de Vitória. Foi sub-reitor comunitário da Ufes e diretor da Fundação Cultural do Espírito Santo, hoje Secretaria de Estado da Cultura. Como magistrado, foi juiz de Direito em Conceição da Barra, Santa Leopoldina, Alegre, Guaçuí e outras comarcas.

Foi um dos fundadores da Academia Capixaba dos Novos, em 1947, e criou e dirigiu uma editora, Edições Renato Pacheco, de 1951 a 1955. Pertenceu à Academia Espírito-Santense de Letras e ao Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo, do qual foi presidente e presidente de honra. Era sócio do Centro Cultural de Estudos e Pesquisas do Espírito Santo (Cultural-ES) e pesquisador associado do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Literatura do Espírito Santo, do Programa de Mestrado em Letras da Ufes.

Obras catalogadas neste blog:

1998- Ponto Final
1998- 26 Poemas da Montanha

Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/noticia/circulo-de-leitura-homenageara-escritor-renato-pacheco-na-terca-feira-15802

Virgínia Tamanini

Virgínia Tamanini (Santa Teresa, 4 de fevereiro de 1897- 1990)
















Virgínia Gasparini Tamanini nasceu em 04/02/1897, na fazenda Boa Vista, no vale de Canaã, município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo, filha de Epifânio Gasparini e Catarina Tamanini Gasparini, ambos nascidos na Itália e vindos, como imigrantes, pra o Brasil no século passado. Criada em fazenda, aprendeu as primeiras letras e adquiriu alguns conhecimentos equivalentes ao ensino elementar da época com professores particulares. Mais tarde, prosseguiu os estudos no Rio de Janeiro, sob a orientação de seu irmão Américo, que cursava a Faculdade Nacional de Direito, sendo que, ao final do segundo ano, interrompeu seus estudos por motivo de força maior, regressando à casa paterna.


Autodidata persistente, continuou nos seus esforços por instruir-se, "dedicando todos os momentos de lazer ao estudo e à leitura." Desde cedo revelou inclinação para as letras, tanto que, ainda muito jovem, escreveu um romance folhetim "Amor sem Mácula" (1922/1923), publicado em capítulos semanais no jornal "O Comércio", de Santa Leopoldina, usando o pseudônimo de Walkyria. Produziu em 1929, 1930 e 1931 peças teatrais ( Em pleno século vinte, Amor de mãe, Filhos do Brasil, O primeiro amor e Onde está Jacinto?) levadas à cena com sucesso.
Membro da Arcádia Espírito-santense, tomando parte ativa na organização da Primeira Quinzena de Arte Capixaba, realizada em Vitória, em 1947.
Adaptou ,encenou e dirigiu, no Teatro Carlos Gomes, a peça francesa Cristina da Suécia., em 1947.


Em 1948, montou e dirigiu outra peça francesa, Atala, a última druidesa das Gálias.
Pertenceu às seguintes entidades culturais: Academia Feminina Espírito-santense de Letras, como patrona da cadeira n. 3, Associação Espírito-santense de Imprensa, sócia correspondente da Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul. Recebeu o título de cidadã honorária de várias cidades capixabas, e é nome de rua em Ibiraçu-ES. Agraciada com a Ordem do Mérito Marechal José Pessoa, do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, no grau de comendador.
Aos 89 anos, ocupou a cadeira n. 15 da Academia Espírito-santense de Letras., cujo patrono é José Colatino do Couto Barroso.

Outros registros neste blog:
1964- Karina


Vídeos:

Poesia: Fogo na Mata de Virgínia Tamanini 

Fonte da biografia: www.poetas.capixabas.nom.br/

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Vilma Belfort

Vilma Belfort (Rio de Janeiro, 26 de setembro de 1951)












#CapixabaDeCoração





Escrita:

Cinema:
2012- Paralelos de Vênus

Livros:
2008- Fique Comigo
2009- Kardia- Poemas de Paixão
2010- Vermelho
2018- Amor Igual
2022- Um Coração em Verde-Oliva

Teatro:
2014- O Tratador de Estrelas

Zine:
2018- Antologia
2018- Paixão

Participação em outro Zine:
2019 -  Não Coma Carne! - De: Fábio Aiolfi - Vilma escreveu a apresentação.

Supervisão de Texto (Teatro):
2015- O Pastelão e a Torta
2017- Faz de Conta, Um Conto

Participações em Livros:
2008- Antologia Escritores Brasileiros e Autores em Língua Portuguesa
2009- Antologia Literária Cidade: poemas, contos & crônicas - Volume III (1 conto)
2010- Antologia Internacional de Poesia Pura e Simples (1 poema)
2010- Desvanecendo em Amor (Prefácio + 5 poemas)
2010- O Silêncio do Pensamento (Prefácio + 1 poema)
2010- Melissa e Roc-roc em busca do Era uma Vez... (Prefácio)
2010- Phenix - Epigramas da Alma (Prefácio)
2011- A Voz dos Ventos (Prefácio + 10 poemas)
2011- Madrugadas Tardias (Prefácio)
2012- Desvanecendo em Amor  Vol. 2 (Prefácio + 5 poemas)
2012- Antologia Poetas falando de Amor (3 poemas)
2018- Entardecer - Antologia Poética (Prefácio)


Atuação:

Cinema:
2011- Te Amo, Lucas!


Curiosidades:
  • O espetáculo Impulsos do Coletivo Korpus Kardia, foi todo inspirado no livro Kardia- Poemas de Paixão, inclusive o coletivo recebeu este nome.
  • Em 2011 o grupo de teatro Ciranda no Arco-Íris realizou duas sessões do Sarau Vilma Belfort, na escola Primo Bitti, em Coqueiral de Aracruz.
  • Fez aulas de teatro com o  professor Adílio Athos. 
  • É advogada.

Prêmios:

2017- Medalha Domingos José Martins - Academia Marataizense de Letras- ES

Carlos Olla

Carlos Ola (Guaçuí, 01 de março de 1964)

Ocupação: Ator, Diretor e Escritor

















Ator:

2001- Para Sempre Rapunzel
2007- A Roupa Nova do Imperador
2010- Estórias de um Povo de Lá
2015- Invenção da Saudade
2018- Médico à Força

Outras peças:

A Verdade
O Médico à Força
Viagem Sideral
A Noite de Teresa Cibalena
Canção dentro do Pão
A Cor desta Noite
Oferendas
O Vôo
O Fardão
O Pequenino Grão de Areia
Para Sempre Rapunzel
A Árvore Que Fugiu do Quintal
A Megera Domada
O Guardião do Rio
Os Scuds
O Casamento de Teresa
Bom Dia Todas as Cores
A Casa Viaja no Tempo
O tempo da delicadeza
Um solo para dois atores
Auto de Guaçuí
Auto do Brasil 500 Anos
A Bela Adormecida
A nova roupa do imperador
O Casamento de Teresa
Dom Casmurro
Bumba meu Boi
A Estória de um homem que vendeu a sua alma ao diabo e quase perdeu o seu amor
Vem buscar-me que ainda sou teu


Diretor:

2001- Para Sempre Rapunzel

2006- O Último Rei
2007- A Roupa Nova do Imperador
2012- A Culpa
2014- O Tratador de Estrelas
2014- A Dama de Copas e o Rei de Cuba
2016- A Absurda Comédia de Duas Vidas
2015- Invenção da Saudade
2018- Médico à Força
2018- Acerto de Contas

Supervisão de Direção:

2015- O Pastelão e a Torta



Escritor:

Teatro:

2001- Para Sempre Rapunzel
2006- O Último Rei
2007- A Roupa Nova do Imperador
2016- A Absurda Comédia de Duas Vidas

Literatura:

1984- Momentos de Poesia


Iluminação:

2012- A Culpa
2014- O Tratador de Estrelas
2016- A Absurda Comédia de Duas Vidas

Assistente de Produção:

2010- Estórias de um Povo de Lá
2014- A Dama de Copas e o Rei de Cuba


Cinema:

2005- O Tempo de Cada um (Curta)

Curiosidades:

É diretor e fundador do Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira de Guaçuí, desde 1983.

Também desenvolve projetos junto ao Grupo Anônimos de Teatro (Cachoeiro de Itapemirim) e AB Produções Artísticas (Vila Velha).

É responsável pelo tradicional Festival de Teatro que acontece anualmente em Guaçuí.

Integrou a Escola Itinerante de Artes Cênicas, projeto 2006, na área de teatro como professor.

Sua carreira é bem além do que é mostrado neste blog. É um dos mais respeitáveis diretores capixabas.


Premiações: 

1996- Melhor Diretor no II Festeatro de Castelo.
Melhor Conjunto da Obra no III Festeatro de Mimoso do Sul
Melhor Direção nos I e II Festival de Teatro de Bom Jesus ES/RJ

2000- Melhor Diretor no 1º Festival de Talentos da TV Gazeta Sul
Melhor Diretor no Festival Rubem Braga de Teatro, com “A casa viaja no tempo”.

Indicação de Melhor Texto no Festival de Teatro de Macaé – RJ, no ano de 2004, com “A Lenda do Talismã”

2005 com “O Último Rei”. Indicação de Melhor Ator Coadjuvante no I Festival de Teatro de Rua de Espera Feliz – MG,
com Para Sempre Rapunzel. Melhor Iluminador no IX Festival de Teatro Estudantil de Pindamonhangaba – SP.

2017- Festival Carpe Diem  - Salto/SP - Melhor Texto Original- A Absurda Comédia de Duas Vidas
                                                               - Melhor Iluminação- A Absurda Comédia de Duas Vidas

2017- Medalha Domingos José Martins- Academia Marataizense de Letras- ES

2018- Festival Internacional de Teatro de Araçuaí - Melhor Espetáculo- A estória do homem que vendeu sua alma ao diabo

A Culpa

A Culpa
Grupo Teatral Grupo Anônimos de Teatro
Lançamento: 2012



















Ficha técnica:

Texto: Franz Kafka 
Adaptação: Luiz Carlos Cardoso 
Direção: Carlos Olla
Assistência de Direção: Victor Coelho 
Elenco: Luiz Carlos Cardoso
Direção Coreográfica: Jeremias Schaydegger
Cenário e Figurino: Luiz Carlos Cardoso e Carlos Olla
Iluminação :Carlos Olla e Jorge Bweres
Violino : João de Paula Junior
Operador de Luz :Carlos Olla
Operadora de Som: Neuza de Souza
Realização - Grupo Anônimos de Teatro
Representação Jurídica - Companhia Do Outro
Gênero - drama, monólogo
Duração - 40 minutos

Classificação - 12 anos

Sinopse:


A Culpa é um mergulho na alma do homem moderno. Um mergulho sem volta. No texto Carta ao Pai, do escritor tcheco Franz Kafka (1883-1924), não há personagens ficcionais. O autor expõe suas intempéries, gostos e desgostos, admoestações, sentimentos e emoções para com seu pai, um homem de postura rígida e marcante. O que poderia ser um grande desabafo se torna uma das grandes reflexões do século XX. Capitaneado pelo indivíduo criado a partir de uma criação coletiva do ator Luiz Carlos Cardoso e do diretor Carlos Ola e inspirado nas obras de Kafka, pode-se ver um ator no palco, buscando transbordar sentimentos ainda em construção, indo ao encontro de dúvidas que vão desde a não aceitação do pai pelo amor, pelo zelo e pelo crescimento do filho até o modo como ele se sentava a mesa. Quem manda e quem obedece? Até onde vão as relações de hierarquia e subordinação que enfrentamos todos os dias, inclusive dentro de casa? Pede-se licença a Kafka para dar um novo significado ao seu discurso, flertando com a dança experimental de Jeremias Schaydegger para (tentar) responder essas perguntas. A Culpa é de todos.





Biblioteca de Fanzine

Biblioteca de Fanzine
Criado em 2017











Criada pela poetisa Daniela Dias, a Biblioteca de Fanzine é um site que possui um grande acervo de fanzines produzidos por ela e por outros artistias, a maioria são do Espírito Santo, porém tem contribuições de outros estados. 


Fanzines: (Ainda em Construção)



2016 – Depois de Você (1ª, 2ª e 3ª edição – diagramado)

2016 – C não Existem (1ª edição – diagramado)
2016 – Além de Mim (1ª edição – diagramado)
2016 – Meu Amontoado de Palavras (1ª, 2ª e 3ª edição – diagramado - esta edição contém libras)
2016 – Fantástico Mundo (1ª edição –diagramado - esta edição contém libras )
2017 – Mulher  (1ª edição – diagramado)
2017 – D Lírios (1ª edição – diagramado)
2017 – Tempo (1ª edição – diagramado)
2017 – Café com Poesia (1ª edição – diagramado)
2017 – Poetisa de Araque (1ª edição – diagramado)
2017 – Poesias de Gaveta (1ª edição – diagramado)
2017 – Seja Feliz (1ª, 2ª e 3ª edição – Artesanal)
2017 – A Mesma (1ª, 2ª e 3ª edição – diagramado)
2017- 99% Saudade 
2018- Cigarro É S.O.S Reconhecimento (Dadaísmo)

Conto


2017 – A Mulher dos Sapatos Vermelhos (1ª edição – diagramado)



Oficina de Fanzine: 
Daniela Dias é a facilitadora desta oficina, que ensina a fazer um fanzine. A poetisa agrada todos os aprendizem, que saem felizes da oficina. A AB Produções Artísticas é parceira da Biblioteca de Fanzine com este trabalho, formalizado em uma oficina no Palácio das Águias, em Marataízes, no final de 2017. 


Acesse a Biblioteca clicando aqui


99% Saudade

99% Saudade
Lançamento: 2017



















Título: 99% Saudade
Autora: Daniela Dias
Distribuição: Biblioteca de Fanzines
Lançamento: Agosto de 2017.

Sinopse:

Depois de uma viagem para outro estado, a poetisa escreve um fazine declarando sua grande saudade por sua terra, nosso maravilhoso Espírito Santo.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Neuza de Souza

Neuza de Souza (Alegre, 22 de setembro de 1969)


Ocupação: Atriz












Teatro:


2007- A Roupa Nova do Imperador
2010- Estórias de um Povo de Lá 
2014- A Dama de Copas e o Rei de Cuba
2015- Invenção da Saudade
2018- Médico à Força
2021- Os Sacrilégios do Amor

Outras Peças como Atriz:

A Estória de um homem que vendeu a sua alma ao diabo e quase perdeu o seu amor
Bom dia Todas Cores!
Vem buscar-me que ainda sou teu
A Casa Viaja Pelo Tempo
No Tempo da Delicadeza
O Pequenino Grão de Areia
O Casamento de Teresa
O Guardião do Rio
A Cor desta Noite
Cinderela
Canção dentro do Pão
A Árvore Que Fugiu do Quintal
Bumba meu Boi
A Noite de Teresa Cibalena
Oferendas
Por Essa Shakespere não Esperava
O Vôo
O Fardão
Os Scuds
A Bela Adormecida
A Megera Domada
A verdade


Sonoplastia- Teatro:
2012- A Culpa
2017- A Absurda Comédia de Duas Vidas

Sonoplastia- Outras Peças:
Para Sempre, Rapunzel
O Último Rei





Cinema:

2005- O Tempo de Cada um (Curta)




Outras informações:

Neuza de Souza é integrante do grupo Gota, Pó e Poeira de Guaçuí, desde 1988.

Sua trajetória é marcada por muitas turnês com os espetáculos de seu grupo, também possui muitas premiações, indicações e trabalhos (ainda) não postados neste blog.



Prêmios:

Premiação: Melhor Atriz no 1º Festival de Talentos da TV Gazeta Sul, em  2000; Indicação de Melhor Atriz no XII e XIII Festival de Teatro de Macaé – RJ.

Melhor Atriz no II Festival Nacional de Teatro de Varginha – MG;

Indicação de Melhor Atriz no III Festival de Teatro de Varginha – MG.


2005- 2º Festival de Teatro de Varginha- Melhor Atriz- A Cor desta Noite.
2009- Festival de Teatro de Conselheiro Lafaiete- Melhor Atriz Coadjuvante- A Roupa Nova do Imperador.
2017- Festival Carpe Diem  - Salto/SP - Melhor Sonoplastia - A Absurda Comédia de Duas Vidas.

2018- Festival Internacional de Teatro de Araçuaí- Melhor Atriz Coadjuvante- A estória do homem que vendeu sua alma ao diabo

2019- Comenda "Zacimba Gaba" - Assembleia Legislativa do Espírito Santo - Vitória- ES

(Página em Construção)


A Noite do Chupacabras

A Noite do Chupacabras
Lançamento: 2011



















Direção e Roteiro: Rodrigo Aragão
Género: Terror
Duração: 95 min
Lançamento: 2011

Elenco: 
Mayra Alarcón ... Maria Alícia Silva
Ricardo Araújo... Ricardo Silva
Petter Baiestorf ... Ivan Carvalho
Joel Caetano ... Douglas Silva
Foca Magalhães ... Agnaldo Carvalho
Jorgemar de Oliveira ... Jorge Silva
Kika de Oliveira ... Kika Silva
Walderrama Dos Santos ... Chupacabras / Luís da Machadinha
Margareth Galvão ... Dona Itália Carvalho
Markus Konká ... Seu Pedro Silva
Eduardo Moraes ... Albino

Sinopse: 
As trágicas relações entre duas famílias: os Silvas e os Carvalhos. Os Carvalhos queriam comprar as terras dos Silvas, mas Seu Pedro Silva, o patriarca, não aceitou a proposta do patriarca dos Carvalhos. No entanto, quando ele é encontrado morto (com uma mordida no pescoço) na propriedade dos Silva, uma guerra é declarada e um trato estabelecido: os Silvas doam uma parte considerável de suas terras para os Carvalhos e a “paz” reina. Os atritos entre as famílias são sempre iminentes. Qualquer razão é razão suficiente para matarem-se uns aos outros. Perambulando a narrativa, e alheio aos dramas e raivas das duas famílias, está o Chupacabras, que alimenta-se primeiro dos animais da propriedade e muito em breve se voltará para a família, ou pelo menos a quem sobrar da guerra entre as famílias.



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Vão Brincar!

Vão Brincar Realizações!
Período de Atividade: 2016 ao presente.












A Vão Brincar é formada pela união das artistas e educadoras Dana Oliver e Karolina Dupphi, a Vão Brincar realiza eventos para crianças, pais e adultos que buscam viver um momento mágico com sabor de infância. Uma infância repleta de contação de histórias, teatro, oficinas,brincadeiras, banho de mangueira, pique pega... e o que mais a imaginação quiser! Em 2017, a Vão Brincar! estreia seu núcleo de teatro com o espetáculo Os Saltimbancos e em seguida, O Quintal de Histórias.

Trabalham com:

  • Realização de eventos
  • Recreação infantil
  • Contação de histórias
  • Teatro
  • Oficinas
  • Brincadeiras lúdicas e da "velha infância" (sem o uso de dispositivos tecnológicos)


Teatro:
2017- Os Saltimbancos
2017- O Quintal de Histórias





Links Externos:
http://www.vaobrincar.com.br/

AB Produções Artísticas

AB Produções Artísticas
Período de Atividade: 2014 ao presente.
















Teatro:
2014- O Tratador de Estrelas
2015- O Pastelão e a Torta
2017- Faz de Conta,um Conto

Oficinas:
2017- Faz de Conta, um Conto - A Arte de Contar Histórias
2017- Oficina de Fanzine - Daniela Dias (Parceria com a Biblioteca de Fanzine)

Outros Projetos:
2014- Poesia Na Penumbra
2017- Blog Artista Capixaba

Zines:

2018- InfinitosFábio Aiolfi
2018- AntologiaVilma Belfort
2018- Querências - Franciely Sampaio 
2018- Paixão- Vilma Belfort


Cleópatra Cartonera

Livros Artesanais:

2018- Faz de Conta, um Conto - 10 Anos de HistóriasFábio Aiolfi
2018- Amor Igual - Vilma Belfort
2018- Entardecer - Antologia PoéticaFábio Aiolfi


Zines:

2019- Marginal - Antologia PoéticaFábio Aiolfi
2019- Marataízes - A Pérola Capixaba - Bárbara PérezFábio Aiolfi
2019- Loba Mulher - Antologia Poética - Bárbara Pérez
2019- Não Coma Carne! Fábio Aiolfi
2019- Os Sete Pecados - Vilma Belfort & Fábio Aiolfi
2020- iá casaca! - Fábio Aiolfi
2022- Animália - Fábio Aiolfi





Ciranda no Arco- Íris

Grupo Teatral Ciranda no Arco- Íris
Período de Atividade: 2006 a 2012.






Teatro:

2006- Melissa, a fadinha Trapalhada
2007- O Mágico - Uma Comédia em Pantomima
2008 a 2016- Faz de Conta, um Conto
2008- Não Igual as Outras Princesas
2009- A Princesa e o Sapo
2011- Cam Baleiando
2011- Eles Também Têm Direitos
2012- O Pastelão e a Torta

Núcleo de teatro adulto: Fora da Coxia:
2008- Cleópatra - A Serpente do Nilo
2009- Vixe, Maria!


Atores que participaram de alguma produção do Ciranda no Arco-Íris:

Álex Rodrigues
Amanda Bianchini
Amaranta Bianchini
Ariane Barbosa
Arielly Ribeiro
Bruna Moraes
Carol Corti
César Santos
Dana Oliver
Douglas Leite
Edinan Almeida
Estephanie Mognatto
Fábio Aiolfi
Franciely Sampaio
Felipe Leite
Felipe Sales
Iago Mendonça
Jak Oliver
José Ribeiro
Leandra Germano
Lola Lagasse
Lorena Queiroz
Lucy Honoratto
Késia Marques
Maetê Bianchini
Maicon Cardoso
Márcia Pandora
Natália Gregório
Natane Almeida
Nara Oliviery
Nirlan Souza
Pedro Nanay
Rodrigo Diaz
Silvia Helena
Stephanie Zucoloto
Thiara Duarte
Vilma Belfort

Lorena Queiroz em Cleópatra- A Serpente do Nilo

Fábio Aiolfi e o elenco de A Princesa e o Sapo.

O elenco de Melissa, a Fadinha Trapalhada.


domingo, 7 de janeiro de 2018

Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira

Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira
Período de Atividade: 1983 ao presente.













História:

O Grupo Teatral “Gota, Pó e Poeira” surgiu em 15 de agosto de 1983, quando um grupo de adolescentes e jovens do movimento da Igreja Católica resolveu montar trabalhos independentes do contexto religioso ou escolar, vendo no grupo uma possibilidade dessa realização. A partir daí, partiram para estudo de textos, pesquisas sobre o ato de fazer teatro e ainda de como estruturar um grupo. Nessa trajetória de 29 anos, os integrantes foram modificando-se, porém sempre em busca de oficinas, festivais, mostras, e intercâmbio. Hoje é uma referência no Estado do Espírito Santo, sendo um  dos grupos mais ativos das terras capixabas. Seu processo de criação nunca sofreu qualquer interrupção e somada às suas montagens, vieram projetos de circulação de espetáculo, realização de mostras, e ainda a organização do Festival Nacional de Teatro de Guaçuí, que acontece anualmente.

Nesses quase trinta anos o grupo coleciona muitas histórias e prêmios. Mas para chegar ao estágio de hoje, fizeram desde apresentações em cima de caminhões a palcos grandiosos como os do Rio e São Paulo. A primeira apresentação do grupo foi com a peça “A Verdade”, no Salão dos Vicentinos em Guaçuí, e depois no Distrito de São Tiago. A poeira da estrada que dava acesso ao vilarejo parece que entranhou na história da companhia, e de lá para cá, uma importante página das artes cênicas capixabas foi escrita. 

A primeira incursão do grupo à capital se deu com o espetáculo “A Megera Domada”, em 1985, e que de certa forma apresentou o grupo ao cenário cultural do Estado. A apresentação aconteceu no Theatro Carlos Gomes, no antigo Festival da Federação Capixaba de Teatro Amador e impressionou o Governo do Estado que conseguiu para o elenco uma oficina com o diretor Armando Mecenas Óliver que resultou no espetáculo “Viagem Sideral” – o primeiro prêmio do seu vasto currículo.

Mas os passos no longo caminho estavam apenas iniciando. Era preciso realizar trabalhos com a direção do próprio grupo e ganhar uma identidade. Então o grupo, na ânsia de experimentar, ia de montagens infantis a adultas, em busca de uma linha. Assim montou “O Fardão” e a primeira versão de “A árvore que fugiu do quintal”, produções que foram importantes no processo de aprendizagem dos anos 80. Nessa época ainda o elenco se aventurou por performances e cenas curtas.

As viagens para fora do Estado começaram pelo nordeste, em Pernambuco, quando o grupo por dois anos foi a Cabo de Santo Agostinho, com os espetáculos “A Noite de Teresa Cibalena” e “Por essa Shakespeare não esperava”. Numa conversa com os críticos e jurados, o grupo começou a identificar a linha que deveria tração, chegando à farsa. E vieram alguns sucessos nos anos seguintes, como “Canção dentro do pão”, “Um solo para dois atores”, “A cor desta noite” (que foi transformado num curta metragem), “O guardião do rio” e “O pequenino grão de areia”, entre outras. 

Mas foi com “A Lenda do Talismã”, após uma oficina ministrada pelo diretor Carlos Ola, em 2000, que fez uma renovação em seu elenco, e o grupo ganha espaço na mídia capixaba e monta outros sucessos como “Para sempre Rapunzel”, que encenam até hoje. O grupo foi se firmando com outras montagens, inclusive com participação de outros diretores, como Gilvan Balbino em “Chocolate, cravos e espinhas”, elogiado em festivais paulistas. O grupo também se expande em para outras capitais, como Curitiba, onde descobre o teatro de rua, e encenam grandes sucessos por lá como “A roupa nova do imperador”, “A megera domada” e “A saga amorosa dos amantes Píramo e Tisbe”, essa ainda inédita na cidade.

Hoje mais maduro e consciente de que ainda é preciso crescer mais, o elenco é convidado semanalmente para levar seus trabalhos em diversos municípios da região e ainda tem a incumbência de formar novos atores e técnicos no Ponto de Cultura, recém conquistado, junto ao Governo do Estado do Espírito Santo e Ministério da Cultura. Em todos os lugares por onde passa obtém o reconhecimento pela sua resistência, pelo seu talento, pelo deboche e interatividades de algumas montagens, e – acima de tudo – pelo amor ao teatro.


Espetáculos:

1983- A Verdade
1984- O Médico à Força
1985- A Megera Domada
1986- Viagem Sideral
1987- O Fardão
1988- O Vôo
1988- Oferendas
1992- Por essa Shakespeare não Esperava...
1992- Ritual da Palavra
1993- Ritual da Paixão
1993- A Noite de Teresa Cibalena
1994- Um Solo Para Dois Atores
1996- Canção dentro do Pão
1997- O Pequenino Grão de Areia
2000- A Lenda do Talismã
2000- Auto do Brasil 500
2000- Auto de Guaçuí
2001- Para Sempre Rapunzel
2002- A Bela Adormecida
2002- A Megera Domada
2003- A Viagem de um Barquinho
2003- Canção dentro do Pão
2003- Chocolate, Cravos e Espinhas
2004- Na Clareira dos Sonhos
2004- A Cor desta Noite
2004- A Àrvore que Fugiu do Quintal
2005- Cinderela
2005- A Farsa do Advogado Pathelin
2005- O Guardião do Rio
2005- Bom dia Todas as Cores
2006- No Tempo da Delicadeza
2006- O Último Rei
2006- Que História é essa?
2006- O Casamento de Teresa
2006- A Casa Viaja no Tempo
2007- Lição de Botânica
2007- João e Maria
2007- A Roupa Nova do Imperador
2008- Um Luar Sobre Mim
2008- Dom Casmuro
2009- O Gato de Botas
2010- Estórias de um Povo de Lá
2011- A Megera Domada
2014- A Dama de Copas e o Rei de Cuba
2016- A Absurda Comédia de Duas Vidas

(Em Construção)
O Diretor Carlos Olla

A Saga Amorosa dos Amantes Píramo e Tisbe


Estórias De Um Povo De Lá


Links externos:

www.gotapoepoeira.com.br


Livro: "Andarilho Capixaba - Colorindo e Declamando" de Fábio Aiolfi

 "Andarilho Capixaba - Colorindo e Declamando" de Fábio Aiolfi Título: Andarilho Capixaba - Colorindo e Declamando Autoria: Fábio ...