Pessoas e Eu
Lançamento: 2012
Ficha Técnica:
Texto de Margareth Galvão com poema de Fernando Pessoa
Direção: Margareth Galvão
Produção: Edilamar Fogos
Iluminador: Andre Stefson
Operador de Luz: Fabio Prieto (Convidado)
Operadora de Som: Milena Bessa
Contra-regra: Luiza Vitorio
Execução de Cenografia: Max Goldner
Figurinista: Carol Borges
Fotografa: Tatiana Pezzin
Assessor de Imprensa: Délio Freire
Elenco:
Edivaldo Junior
Margareth Galvão
Sinopse:
Ao alinhavar o texto da atriz e diretora Margareth Galvão aos do poeta português Fernando Pessoa e seus heterônimos, o espetáculo “Pessoas e Eu” incita a observação sobre a existência humana através do contato do ‘eu’, a autora, com o poeta.
Na peça, o ‘eu’, que representa a autora, dialoga em sonhos com o poeta e suas faces: Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro, interpretados pelo ator Edvaldo Júnior num ambiente onírico onde angústias e preocupações ganham vida.
sexta-feira, 30 de junho de 2017
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Paulo DePaula
Paulo DePaula (?? , Ipanema- MG de ?? de ?? )
Ocupação: Ator, Diretor, Escritor
Paulo DePaula começou sua carreira no teatro bem cedo. Foi aos quatro anos de idade que se apresentou num palco pela primeira vez e já demonstrava a vocação para ator. De lá pra cá, estudou Comunicação e Expressão, especializou-se em direção teatral, sua dissertação de mestrado aborda o “O Teatro cubano no exílio”. É autor de, entre outras peças, Anchieta: Depoimento e Auto dos Reis à procura do Rei. Paulo também dirigiu e atuou em inúmeros filmes e peças como Passo a Passo com as Estrelas, de M. Cordeiro, e Fuga de Canaã, de Sérgio Medeiros.
DePaula também é fundador, guardião e diretor do Grupo Teatro da Barra/ES, com sede na Barra do Jucu, Vila Velha. Com o grupo desenvolve ensaios e apresentações de peças e jograis e procura sempre agregar outros grupos aos trabalhos do teatro, como banda de congo e coral. A sede do grupo está com acervo organizado para visitações e pesquisas. (Fonte: Blog Teatro da Barra)
Teatro:
Diretor:
Auto do Túmulo de Anchieta
Anchieta: Depoimento
Auto dos Reis à procura do Rei
Um pedido de casamento
Um Bonde Chamado Desejo
Ator:
A Noiva Vendida
Auto da Compadecida
Auto do Túmulo de Anchieta
Anchieta: Depoimento
Um pedido de casamento
Autoria:
Auto dos Reis à procura do Rei
Cenário:
Um pedido de casamento
Cinema:
Roteiro:
2008- A Virada
Direção de Arte:
2008- A Virada
Prêmios:
2016- Troféu de Personalidade Capixaba - 7º Festival de Esquetes do Espírito Santo.
Curiosidades:
*O Teatro da Barra/ES foi fundado em 1976 e, desde então, sua sede está localizada na Barra do Jucu, em Vila Velha, Espírito Santo. O grupo tem como característica típica inserir aspectos da história e da cultura do Espírito Santo às suas peças.
Obs.: O Blog Artista Capixaba busca mais informações sobre o ilustre artista Paulo de Paula. Se souber de mais dados que não constam nesta página, por favor, entre em contato abproducoesart@gmail.com
Ocupação: Ator, Diretor, Escritor
Paulo DePaula começou sua carreira no teatro bem cedo. Foi aos quatro anos de idade que se apresentou num palco pela primeira vez e já demonstrava a vocação para ator. De lá pra cá, estudou Comunicação e Expressão, especializou-se em direção teatral, sua dissertação de mestrado aborda o “O Teatro cubano no exílio”. É autor de, entre outras peças, Anchieta: Depoimento e Auto dos Reis à procura do Rei. Paulo também dirigiu e atuou em inúmeros filmes e peças como Passo a Passo com as Estrelas, de M. Cordeiro, e Fuga de Canaã, de Sérgio Medeiros.
DePaula também é fundador, guardião e diretor do Grupo Teatro da Barra/ES, com sede na Barra do Jucu, Vila Velha. Com o grupo desenvolve ensaios e apresentações de peças e jograis e procura sempre agregar outros grupos aos trabalhos do teatro, como banda de congo e coral. A sede do grupo está com acervo organizado para visitações e pesquisas. (Fonte: Blog Teatro da Barra)
Teatro:
Diretor:
Auto do Túmulo de Anchieta
Anchieta: Depoimento
Auto dos Reis à procura do Rei
Um pedido de casamento
Um Bonde Chamado Desejo
Ator:
A Noiva Vendida
Auto da Compadecida
Auto do Túmulo de Anchieta
Anchieta: Depoimento
Um pedido de casamento
Autoria:
Auto dos Reis à procura do Rei
Cenário:
Um pedido de casamento
Cinema:
Roteiro:
2008- A Virada
Direção de Arte:
2008- A Virada
Prêmios:
2016- Troféu de Personalidade Capixaba - 7º Festival de Esquetes do Espírito Santo.
Curiosidades:
*O Teatro da Barra/ES foi fundado em 1976 e, desde então, sua sede está localizada na Barra do Jucu, em Vila Velha, Espírito Santo. O grupo tem como característica típica inserir aspectos da história e da cultura do Espírito Santo às suas peças.
Obs.: O Blog Artista Capixaba busca mais informações sobre o ilustre artista Paulo de Paula. Se souber de mais dados que não constam nesta página, por favor, entre em contato abproducoesart@gmail.com
Um Pedido de Casamento
Um Pedido de Casamento
Grupo Teatro da Barra
Estreia: 2012
Ficha técnica:
Autoria: Anton Tcheckov
Direção: Paulo DePaula
Cenário: Paulo DePaula
Figurino: Zeiza Jorge
Assessoria de comunicação: Roberta Soares
Elenco:
Diogo Monteiro
Dulce Lodi
Paulo DePaula
Sinopse:
Grupo Teatro da Barra
Estreia: 2012
Ficha técnica:
Autoria: Anton Tcheckov
Direção: Paulo DePaula
Cenário: Paulo DePaula
Figurino: Zeiza Jorge
Assessoria de comunicação: Roberta Soares
Elenco:
Diogo Monteiro
Dulce Lodi
Paulo DePaula
Sinopse:
Comédia em um ato, escrita pelo dramaturgo russo Anton Tchekhov (1860 – 1904), Um pedido de casamento se passa num ambiente tipicamente rural, em que ter posses é algo muito valioso, digno de disputas. Os personagens mudam seus ânimos rapidamente, à menor menção sobre um bem, móvel ou imóvel. E as discussões travadas em Um pedido de casamento se dão justamente quando o hipocondríaco Ivan Lomov está na casa do viúvo Tchubúkov para pedir a mão de sua filha, Natália, em casamento. Tchubúkov é um senhor muito turrão e Natália herdou o temperamento do pai. Lomov não dá o braço a torcer. Será que esse casal vai alcançar seu intento? Só assistindo à peça Um pedido de casamento para saber.
Fonte: Blog Teatro Capixaba
terça-feira, 27 de junho de 2017
Ednardo Pinheiro
Ednardo Pinheiro (?? , ? de ? de - Vitória, 11 de setembro de 2014)
Ednardo começou a carreira ainda criança, na Alemanha, acompanhando a mãe adotiva, que também era atriz. Ele voltou ao Brasil, país onde nasceu, na década de 1950 e se destacou no teatro, em São Paulo, além de trabalhar no cinema e na televisão.
O ator mudou-se para Vitória no início da década de 1990, em busca de uma vida mais tranquila. Ele, no entanto, continuou atuando, apresentado mais de dez espetáculos no estado. A peça 'Os Coveiros', que fez em parceria com o ator José Augusto Loureiro, ficou em cartaz por mais de 10 anos. Ednardo também foi professor na Escola de Teatro, Dança e Música (Fafi). (Fonte: G1)
Algumas Peças de Teatro que Participou:
O Édipo
Os Coveiros
Os Cegos ou o Sábio, de Flanders
Cinema:
2008- A Virada
2008- A Virada
2014- A Onda da Vida: Uma História de Amor & Surf
Obs.: O Blog Artista Capixaba busca mais informações sobre o ilustre artista Ednardo Pinheiro. Se souber de mais dados que não constam nesta página, por favor, entre em contato abproducoesart@gmail.com
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Rosas Brancas para Salomé
Estreia: 2009
Ficha Técnica
Texto e direção: Gladston Ramos
Ator: Mauro Pinheiro
Produção: Mauro Pinheiro/ Gladston Ramos
Iluminação: Leia Rodrigues
Contra-regra e montagem de cenário: Gerson Lorenzo
Operador de som e montagem de cenário: Rodrigo Sabatini e Téo Simon
Sinopse:
A peça conta a vida de um transformista dos anos 50,60 e 70 que ainda vive em São Paulo. A personagem Salomé, uma diva apaixonada pela cantora Ângela Maria é sonhadora, sensível, alegre, divertida e ao mesmo tempo melancólica e solitária.
O espetáculo começa com o show de Salomé e prossegue quando ela volta para o camarim, onde a fantasia acaba e a diva tem que retirar o disfarce para encarar o palco da vida. Nesse momento, as lembranças voltam como num filme, fazendo-a reviver diversos fatos marcantes da vida: A relação com a família, com os amigos, o auge do sucesso, os encontros e desencontros, alternando momentos bem humorados aos mais emocionantes , deixando transparecer toda a carga de desafeto, rejeição e discriminação, tentando disfarçar a melancolia e a solidão que explodem num verdadeiro e divertido desabafo em plena noite de natal.
Apesar de tudo, Salomé se revela cada vez mais humana e divertida, fazendo um convite à reflexão sobre a forma superficial como as pessoas vêem aqueles que parecem diferentes.
Fonte: Blog Teatro Capixaba
O Belo e as Feras
O Belo e as Feras
Estreia: 2009
Ficha Técnica:
Texto: Milson Henriques
Direção: Wilson Nunes
Produção: José Luiz Gobbi
Elenco:
Flaviano Avilloni
Fabiano Turbay
Léia Rodrigues
Lipe Dal’Col
Marcela Vasconcellos
Renata Junger
Ricardo Vernequem
Sinopse:
Fonte: Blog Teatro Capixaba
Estreia: 2009
Ficha Técnica:
Texto: Milson Henriques
Direção: Wilson Nunes
Produção: José Luiz Gobbi
Elenco:
Flaviano Avilloni
Fabiano Turbay
Léia Rodrigues
Lipe Dal’Col
Marcela Vasconcellos
Renata Junger
Ricardo Vernequem
Sinopse:
Uma comédia musical infantil que retrata o início da colonização italiana no Espírito Santo.
Bello. Um jovem italiano que chega à nossa Mata Atlântica para começar uma nova vida no Brasil (ES). Desbravador e corajoso entra na mata, para encontrar um cantinho gostoso, construir sua casa e constituir uma linda família. Mas, antes que isso aconteça, Bello vai encontrar-se primeiro com nossas Feras. Chega à mata em um momento muito delicado. Dona Onça e Dona Jibóia estão travando uma enorme batalha para ver quem é realmente, a rainha das selvas brasileiras. O Macaco e o Gambá, não ficam de fora dessa briga. O Macaco quer provar que a sua esperteza é que merece o título de rei das selvas brasileiras. O Gambá, por sua vez, discorda do Macaco. Diz que por ter o cheirinho mais especial da mata, ele é que merece o título de rei. Bello se vê no meio de uma grande disputa e tenta amenizar a confusão, sempre amparado e protegido por uma linda ave: o Beija-Flor. No meio de tudo isso, Bello conhece a nossa índia Iracema, por quem inevitavelmente se apaixona.
Uma inspiradora homenagem a imigração italiana e as Feras brasileiras.
Fonte: Blog Teatro Capixaba
Camisa Listrada
Camisa Listrada
Grupo Vira-Lata de Teatro
Estreia: 2010
Ficha Técnica:
Textos: Federico Garcia Lorca
Direção Geral: Fernando Bohrer
Direção Cênica: Cleverson Guerrera
Elenco:
Andressa Felício
Claudia Bortolon
Cleverson Guerrera
Diego Pinto
Elaine Vieira
Junior Rocha
Maykel Mattos
Paula Molina
Renato Sancharro
Rômulo Timóteo
Thais Bicalho
Vander Neri
Sinopse:
A peça é baseada na vida e obra do autor espanhol Federico Garcia Lorca. Intranqüilo, apaixonante e visceral tendo como única amiga confiável a morte, textos de sua Antologia Poética e referencias às obras “A Casa de Bernarda Alba”, “Bodas de Sangue” e “Ierma” prometem emocionar o público. Lorca é um dos autores mais conhecidos de seu país, ficando atrás apenas de Cervantes, do clássico Dom Quixote.
Com 12 atores em cena, essa será a primeira imersão do grupo em um drama. O desafio de dirigir os atores nessa nova empreitada foi do ator, diretor e professor da Cal (Centro de Artes Laranjeiras-RJ) Fernando Bohrer. Carioca, Fernando é um apaixonado por Lorca e explorou a emoção à flor da pele dos atores.
Fonte: Blog Teatro Capixaba
Grupo Vira-Lata de Teatro
Estreia: 2010
Ficha Técnica:
Textos: Federico Garcia Lorca
Direção Geral: Fernando Bohrer
Direção Cênica: Cleverson Guerrera
Elenco:
Andressa Felício
Claudia Bortolon
Cleverson Guerrera
Diego Pinto
Elaine Vieira
Junior Rocha
Maykel Mattos
Paula Molina
Renato Sancharro
Rômulo Timóteo
Thais Bicalho
Vander Neri
Sinopse:
A peça é baseada na vida e obra do autor espanhol Federico Garcia Lorca. Intranqüilo, apaixonante e visceral tendo como única amiga confiável a morte, textos de sua Antologia Poética e referencias às obras “A Casa de Bernarda Alba”, “Bodas de Sangue” e “Ierma” prometem emocionar o público. Lorca é um dos autores mais conhecidos de seu país, ficando atrás apenas de Cervantes, do clássico Dom Quixote.
Com 12 atores em cena, essa será a primeira imersão do grupo em um drama. O desafio de dirigir os atores nessa nova empreitada foi do ator, diretor e professor da Cal (Centro de Artes Laranjeiras-RJ) Fernando Bohrer. Carioca, Fernando é um apaixonado por Lorca e explorou a emoção à flor da pele dos atores.
Fonte: Blog Teatro Capixaba
domingo, 25 de junho de 2017
Diego Monteiro
Diego Monteiro (Serra, 06 de abril de 1989)
Nome Completo: Diego Monteiro de Paula
Ocupação: Ator e Designer Gráfico
Teatro:
Ator:
2015- O Pastelão e a Torta
Operador de Som:
2014- O Tratador de Estrelas
Designer Gráfico:
2014- O Tratador de Estrelas
2015- O Pastelão e a Torta
2018- Faz de Conta, um Conto
Fanzine:
2018- Cigarro É S.O.S Reconhecimento (Dadaísmo)
Supervisão Gráfica:
2018- Vilma Belfort - Antologia (Fanzine)
2018- Fábio Aiolfi- Infinitos (Fanzine)
Criação de Capas para Livros:
2018- Faz de Conta, um Conto - 10 Anos de Histórias
2018- Uma Janela Para Infância
2018- Amor Igual
2018- Entardecer - Antologia Poética
Nome Completo: Diego Monteiro de Paula
Ocupação: Ator e Designer Gráfico
Teatro:
Ator:
2015- O Pastelão e a Torta
Operador de Som:
2014- O Tratador de Estrelas
Designer Gráfico:
2014- O Tratador de Estrelas
2015- O Pastelão e a Torta
2018- Faz de Conta, um Conto
Fanzine:
2018- Cigarro É S.O.S Reconhecimento (Dadaísmo)
Supervisão Gráfica:
2018- Vilma Belfort - Antologia (Fanzine)
2018- Fábio Aiolfi- Infinitos (Fanzine)
Criação de Capas para Livros:
2018- Faz de Conta, um Conto - 10 Anos de Histórias
2018- Uma Janela Para Infância
2018- Amor Igual
2018- Entardecer - Antologia Poética
A Zebra Metida à Besta
A Zebra Metida à Besta
Lançamento: 2006
Título : A Zebra Metida à Besta
Autor : Milson Henriques
Ilustrações : Milson Henriques
Categoria : Educação Infantil
Formato : 20 x 20 cm
Lançamento: 2006
Sinopse:
Do autor capixaba Milson Henriques, o livro conta a história de uma zebrinha que nasceu diferente das outras e por isso se acha melhor. Mas, ao final da história, ela leva uma grande lição.
Fonte: Grupo Formar
Lançamento: 2006
Título : A Zebra Metida à Besta
Autor : Milson Henriques
Ilustrações : Milson Henriques
Categoria : Educação Infantil
Formato : 20 x 20 cm
Lançamento: 2006
Sinopse:
Do autor capixaba Milson Henriques, o livro conta a história de uma zebrinha que nasceu diferente das outras e por isso se acha melhor. Mas, ao final da história, ela leva uma grande lição.
Fonte: Grupo Formar
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Boneca: atrás da feição oCa
Boneca: atrás da feição oCa
Lançamento: 2016
Título: Boneca: atrás da feição oCa
Autor: Hugo Estanislau
Editora: Pedregulho
Sinopse:
Lançamento: 2016
Título: Boneca: atrás da feição oCa
Autor: Hugo Estanislau
Editora: Pedregulho
Sinopse:
Com personagens que caminham pelo comum, fantástico e alegórico, o livro de contos “Boneca: atrás da feição oCa” é uma investigação que se debruça ao símbolo da boneca em suas diferentes - e inusitadas - aparições recorrentes na cultura humana, seja as bonecas magras americanas, as rechonchudas bebês, as bonecas de vodu, as infláveis, ou, as bonecas enquanto termo pejorativo para trato a gays e transexuais; além de contos que dialogam com o vazio - o oco - das relações pós-modernas plastificadas que subordinam o ser humano como brinquedo. Nessa brincadeira com vozes narrativas diversas o autor busca trazer o inesperado, o estranho, o diálogo sobre questões de gênero, sexualidade e sobre preconceito no decorrer da vida de homossexuais, sempre levando o leitor à incerteza do que virá na próxima página.
Fim da conversa no bate-papo
Hugo Estanislau
Hugo Estanislau (Cariacica, 09 de abril de 1989)
Nome Completo: Hugo Augusto Souza Estanislau
Ocupação: Escritor
Livros:
2016- Boneca: atrás da feição oCa
Coletâneas:
2014- Coletania de contos da Ufes
Nome Completo: Hugo Augusto Souza Estanislau
Ocupação: Escritor
Livros:
2016- Boneca: atrás da feição oCa
Coletâneas:
2014- Coletania de contos da Ufes
A Casa do Assoalho Velho
A Casa do Assoalho Velho
Trupe Iá.. Pocô
Estreia: 2013
Ficha Técnica:
Direção e Dramaturgia: Rodrigo Paouto.
Corpo e Expressão: Cleverson Guerrera.
Luz e Apoio de Produção: Dana Oliver.
Concepção de Cenografia: Rodrigo Paouto.
Execução de Cenografia e adereços: O Grupo.
Sonoplastia: José Ribeiro.
Design Gráfico e Ilustrações: Rodrigo Paouto.
Maquiagem e Figurino: O Grupo.
Produtor Executivo: Rodriggo Sabatini.
Criação e Produção: Trupe Iá Pocô!
Elenco:
Seu Benvindo - Rodriggo Sabatini.
Dona Elza - Josi Oliver.
Sinopse:
O espetáculo “A casa do assoalho velho” conta a história de Elza e Seu Benvindo, estes que se reencontram depois de longos anos em terras solitárias nas roças do interior de São Paulo. Elza, hoje, já uma senhora viúva, tem a incumbência de entregar uma carta enviada a seu Benvindo por sua filha, filha esta que abandonou o velho homem quando ainda era uma menina.
Com grande esperança de que ainda volte a ver sua filha, Seu Benvindo aguarda ansioso a mais uma Festa do Divino, que acontece anualmente na cidade de Anhembi, interior de São Paulo, pois sabe que a festa foi umas das paixões de sua filha e sua falecida esposa.
Ao chegar, Elza se depara com um velho homem solitário, miserável e doente, que vive em um barraco improvisado próximo ao antigo casarão de sua família, hoje inabitado, mas repleto de boas e más recordações. Fantasmas do passado que assolam o solitário homem. Lembranças que voltam a emergir de sua mente com a chegada da inesperada visita.
Trupe Iá.. Pocô
Estreia: 2013
Ficha Técnica:
Direção e Dramaturgia: Rodrigo Paouto.
Corpo e Expressão: Cleverson Guerrera.
Luz e Apoio de Produção: Dana Oliver.
Concepção de Cenografia: Rodrigo Paouto.
Execução de Cenografia e adereços: O Grupo.
Sonoplastia: José Ribeiro.
Design Gráfico e Ilustrações: Rodrigo Paouto.
Maquiagem e Figurino: O Grupo.
Produtor Executivo: Rodriggo Sabatini.
Criação e Produção: Trupe Iá Pocô!
Elenco:
Seu Benvindo - Rodriggo Sabatini.
Dona Elza - Josi Oliver.
Sinopse:
O espetáculo “A casa do assoalho velho” conta a história de Elza e Seu Benvindo, estes que se reencontram depois de longos anos em terras solitárias nas roças do interior de São Paulo. Elza, hoje, já uma senhora viúva, tem a incumbência de entregar uma carta enviada a seu Benvindo por sua filha, filha esta que abandonou o velho homem quando ainda era uma menina.
Com grande esperança de que ainda volte a ver sua filha, Seu Benvindo aguarda ansioso a mais uma Festa do Divino, que acontece anualmente na cidade de Anhembi, interior de São Paulo, pois sabe que a festa foi umas das paixões de sua filha e sua falecida esposa.
Ao chegar, Elza se depara com um velho homem solitário, miserável e doente, que vive em um barraco improvisado próximo ao antigo casarão de sua família, hoje inabitado, mas repleto de boas e más recordações. Fantasmas do passado que assolam o solitário homem. Lembranças que voltam a emergir de sua mente com a chegada da inesperada visita.
Fonte: Blog Teatro Capixaba
Os Mendigos e o Pato do Imperador
Os Mendigos e o Pato do Imperador
Trupe Iá.. Pocô
Estreia: 2009
Ficha Técnica:
Texto e Direção: Rodrigo Paouto
Iluminação: André Loureiro
Som: José Ribeiro e Rodrigo Paouto
Figurino e Maquiagem: O grupo
Elenco:
Mendigo Baltazar: Tato Brasil
Mendigo Solenes: Rodriggo Sabatini
Mendigo Crispócius: Valber Vieira
Mendiga Agúcia: Dana Oliver
Sra. Navorski: Josi Oliver
Imperador: Rodrigo Paouto
Sinopse:
Trupe Iá.. Pocô
Estreia: 2009
Ficha Técnica:
Texto e Direção: Rodrigo Paouto
Iluminação: André Loureiro
Som: José Ribeiro e Rodrigo Paouto
Figurino e Maquiagem: O grupo
Elenco:
Mendigo Baltazar: Tato Brasil
Mendigo Solenes: Rodriggo Sabatini
Mendigo Crispócius: Valber Vieira
Mendiga Agúcia: Dana Oliver
Sra. Navorski: Josi Oliver
Imperador: Rodrigo Paouto
Sinopse:
“Os mendigos e o pato do Imperador” se passa em torno do julgamento de 4 mendigos famintos, integrantes de um grupo mambembe de Teatro. Seu “crime” foi terem comido o pato de estimação do imperador da cidade onde chegam. Em sua tentativa de defesa, os réus dão uma aula sobre fases da história do Teatro.
A peça expõe a insensibilidade das autoridades constituídas em relação à Arte e, consequência disto, a marginalidade a que são relegados os artistas, com mais intensidade os de Teatro. Seu maior diferencial é morfológico, pois as falas se dão na forma de rimas, o que enriquece a musicalidade e o ritmo da narrativa.
Fonte: Teatro Capixaba
Estórias de um Povo de Lá
Estórias de um Povo de LáGrupo: Gota, Pó e Poeira
Estreia: 2010
Ficha técnica:
Texto e Direção: Igor Ferreira
Assistente de Produção: Carlos Olla
Cenografia: Paulo Honório da Costa
Iluminação: Caio Azevedo
Contra regragem: Danielle Lino
Confecção dos Figurinos: Rosa Miranda
Preparação Vocal: Jovane Anacleto
Elenco:
Aline Saraiva
Carlos Olla
Edmar da Silva
Eliane Correia
João Paulo Rodrigues
Mayk Mafalsine
Neuza de Souza
Paulo Honório da Costa
Picco Diniz
Thaynara Barros
Sinopse:
Livremente inspirado nos contos de Guimarães Rosa, o espetáculo Estórias de um povo de lá retrata histórias de pessoas que podem estar aqui e lá em seus anseios, obstáculos, religiosidade e esperanças.
Logo em sua abertura, um prólogo com fragmentos de textos que contemplam o universo de Guimarães Rosa, seguindo depois para três pequenas histórias. A montagem reúne literatura, teatro e música, e os atores se revezam em diversos personagens.
Fonte: Teatro Capixaba
Há Judas pra malhar?
Há Judas pra malhar?
Grupo: Cia Folgazões
Estreia: 2010
Ficha Técnica:
Texto Original: Martins Pena
Direção Geral e Adaptação Dramatúrgica: Esio Magalhães
Direção Musical e Composição: Dori Sant’Ana
Concepção dos Figurinos: Antônio Apolinário
Assistente Figurinista: Fabricia Dias
Confecção dos Figurinos: Atelier Luz Divina
Cenografia: Antônio Apolinário, Esio Magalhães
Produção: Companhia Folgazões
Elaboração e Gestão do Projeto: Wyller Villaças
Atriz Estagiária: Geruza Vergna
Maquiagem: Nicolas Corres Lopes
Execução das Maquiagens: Nicolas Corres Lopes e Antônio Apolinário
Concepção e Montagem de Luz: Edgard Barbosa
Operação de Luz: Edson Nascimento
Projeto Gráfico: Foca Magalhães
Ilustrações: Gilmar Gomes e Foca Magalhães
Fotos Divulgação: Dominique Lima e Caio Perim
Registro Áudiovisual: Cinema Cosmos
Elenco:
Cabo José Pimenta - Duílio Kuster
Capitão Ambrosio - Foca Magalhães
Chiquinha - Vanessa Darmani
Faustino - Leonardo Patrocínio
Maricota - Daiana Scaramussa
Sr. Antônio Domingos - Wyller Villaças
Sinopse:
A Cia Folgazões vem a público malhar o Judas com a comédia de costumes de Martins Pena “O Judas em Sábado de Aleluia”. Nesta releitura do texto do século XIX, vemos como Faustino, um espertalhão funcionário público também integrante da Guarda Nacional, consegue seus objetivos em armações que deixam todos a sua volta com o “rabo preso”, pelas suas pequenas corrupções de todo o dia. E hoje, ainda Há Judas pra malhar?
Fonte: Teatro Capixaba
Grupo: Cia Folgazões
Estreia: 2010
Ficha Técnica:
Texto Original: Martins Pena
Direção Geral e Adaptação Dramatúrgica: Esio Magalhães
Direção Musical e Composição: Dori Sant’Ana
Concepção dos Figurinos: Antônio Apolinário
Assistente Figurinista: Fabricia Dias
Confecção dos Figurinos: Atelier Luz Divina
Cenografia: Antônio Apolinário, Esio Magalhães
Produção: Companhia Folgazões
Elaboração e Gestão do Projeto: Wyller Villaças
Atriz Estagiária: Geruza Vergna
Maquiagem: Nicolas Corres Lopes
Execução das Maquiagens: Nicolas Corres Lopes e Antônio Apolinário
Concepção e Montagem de Luz: Edgard Barbosa
Operação de Luz: Edson Nascimento
Projeto Gráfico: Foca Magalhães
Ilustrações: Gilmar Gomes e Foca Magalhães
Fotos Divulgação: Dominique Lima e Caio Perim
Registro Áudiovisual: Cinema Cosmos
Elenco:
Cabo José Pimenta - Duílio Kuster
Capitão Ambrosio - Foca Magalhães
Chiquinha - Vanessa Darmani
Faustino - Leonardo Patrocínio
Maricota - Daiana Scaramussa
Sr. Antônio Domingos - Wyller Villaças
Sinopse:
A Cia Folgazões vem a público malhar o Judas com a comédia de costumes de Martins Pena “O Judas em Sábado de Aleluia”. Nesta releitura do texto do século XIX, vemos como Faustino, um espertalhão funcionário público também integrante da Guarda Nacional, consegue seus objetivos em armações que deixam todos a sua volta com o “rabo preso”, pelas suas pequenas corrupções de todo o dia. E hoje, ainda Há Judas pra malhar?
Fonte: Teatro Capixaba
Amor, Melancolia, Ternura e Baixaria
Amor, Melancolia, Ternura e Baixaria
Lançamento: 2006
Título: Amor, Melancolia, Ternura e Baixaria
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica A1
Páginas: 132
Lançamento: 2006
Fonte: Skoob
Lançamento: 2006
Título: Amor, Melancolia, Ternura e Baixaria
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica A1
Páginas: 132
Lançamento: 2006
Fonte: Skoob
TPM (Teatro, Poesia, Monólogos) Também é coisa de macho
TPM (Teatro, Poesia, Monólogos) Também é coisa de macho
Lançamento: 2003
Título: TPM (Teatro, Poesia, Monólogos) Também é coisa de macho
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica Espírito Santo
Páginas: 128
Lançamento: 2003
Fonte: Skoob
Lançamento: 2003
Título: TPM (Teatro, Poesia, Monólogos) Também é coisa de macho
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica Espírito Santo
Páginas: 128
Lançamento: 2003
Fonte: Skoob
A Tímida Luz de Vela das Últimas Esperanças
A Tímida Luz de Vela das Últimas EsperançasLançamento: 1999
Título: A Tímida Luz de Vela das Últimas Esperanças
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica A1
Páginas: 76
Lançamento: 1999
Sinopse:
Duas velhinhas - uma analfabeta e de boa formação e uma empregada negra e analfabeta - sobrevivem de esperança, mas levam uma vida de desencanto, numa solidão aparentemente compartilhada. Tudo, aliás, é desencanto, nesta peça profundamente humana e aparentemente sem fábula.
O que existe nesta peça de Milson Henriques é a subversão ou a reescritura da fábula de D. Quixote e Sancho Pança. Curiosamente, Sancho Pança e D. Quixote acabam por confundir-se, quando seus próprios fantasmas se confundem, na ilusão confortadora da fé a que se agarram muito velhos, à visão da morte próxima. A patroa e a empregada, aqui, são apenas os lados pretensamente opostos de um mesmo EU trágico e sofredor.
(José Augusto de Carvalho)
Fonte: Skoob
Eu Fundido- Poetiras, poemetos, esquetes e mamulengos
Eu Fundido- Poetiras, poemetos, esquetes e mamulengosLançamento: 1995
Título: Eu Fundido- Poetiras, poemetos, esquetes e mamulengos
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica A1
Páginas: 134
Lançamento: 1995
Fonte: Skoob
Vitória dos Meus Carinhos e Descaminhos
Vitória dos Meus Carinhos e Descaminhos
Lançamento: 2000
Título: Vitória dos Meus Carinhos e Descaminhos
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica Espírito Santo
Páginas: 150
Lançamento: 2000
Lançamento: 2000
Título: Vitória dos Meus Carinhos e Descaminhos
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica Espírito Santo
Páginas: 150
Lançamento: 2000
Fonte: Skoob
Ai, tia Zizi, como saí a ti!: "Em busca do tempo sofrido"
Ai, tia Zizi, como saí a ti!: "Em busca do tempo sofrido"
Lançamento: 1990
Título: Ai, tia Zizi, como saí a ti!: "Em busca do tempo sofrido"
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica Espírito Santo
Páginas: 108
Lançamento: 1990
Fonte: Skoob
Lançamento: 1990
Título: Ai, tia Zizi, como saí a ti!: "Em busca do tempo sofrido"
Autor: Milson Henriques
Editora: Gráfica Espírito Santo
Páginas: 108
Lançamento: 1990
Fonte: Skoob
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Cinco por Dois
Estreia: 2010
Ficha Técnica:
Direção: Gleison Dutra
Elenco:
Wilton Bastos
Carlos Henrique Felberg
Sinopse:
Cinco por dois é um espetáculo inspirado na obra do dramaturgo Alcione Araújo intitulado “Cinco Movimentos a Duas Vozes”.
Escrita para ser montada com dois atores, é dividida em cinco peças curtas com distintos gêneros teatrais como a sátira, o drama psicológico, o humor,a comédia e o drama.
A peça é sobre o choque entre os instintos e as convenções sociais, misturando lucidez e loucura, evidenciando as dúvidas sobre as questões do poder e da desigualdade social.
Fonte: Teatro Capixaba
Heliomar Copertino
Heliomar Copertino (Vitória, 4 de Agosto de 1966)
Ocupação: Ator e Bailarino
Dança:
1992- Amostra de Dança – Denize Marques – FAFI
1993- Consolation – Maria Lucia Calmon
1994- Abertura do 1º Saloon Fashion Show – Levy Santyny – Clube Álvares Cabral
1994- Valsa e Tango – Maria Lucia Calmon – FAFI
1994- Festa para Zumbi – Cristina Rocha – Pça dos Namorados
1995- Dança do Fogo – Angélica Gabriel – FAFI
1995- Encerramento Curso Dança Moderna – Kátia Perez – FAFI
1996- Encerramento Curso Dança Moderna – Patrícia Miranda/Bianca Cortelleti – FAFI
1966- Performance – Boate centauro Vitória
1999- Momentos de Amar – FAFI – Teatro Carlos Gomes – Festa de São Pedro – Capitania dos Portos
1999- Anaus dos Loucos – Marcelo Ferreira – Teatro Carlos Gomes
1999- Cotidiano – Colégio Marista
1999- Foi um Sonho – Sambão do Povo
2000- Luxúria – Colégio Estadual do E. Santo
2001- Medéia – Maria Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes/Teatro Carmélia
2001- Medéia – Mª Lucia Calmon - XIV Festival de Dança Rio de Janeiro- Teatro João Caetano
2003- Penélope – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes/Teatro Carmélia
2003- Penélope – Mª Lucia Calmon – Festival de Dança Vitória Brasil
2003- Penélope – Mª Lucia Calmon – Festival de Teatro e Dança
2004- Uirapuru – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes/Teatro Carmélia
2007- Ifigênia no Brasil – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes
2007- Ifigênia no Brasil – Mª Lucia Calmon – Cineteatro Terra
2008- Ilha do Mel – Prodanças – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes/FAFI
2005- Fragmentos de Penélope – Mª Lucia Calmon – FAFI
2005- Fragmentos de Penélope – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes
2018- Quanto Tempo Vale Um Corpo?
Teatro:
1990- Uma Luz Fim do Túnel – Elieser Almeida
1991- Curso de Teatro – Altair Caetano
1992- O Pecado – Cida Pimentel
1993- O Circo de Brinquedos – Daniel Vieira
1994/95- Os que Chegam com a Noite – Doca Loureiro/Eudes Roberto
1997- A Flauta Mágica – Mª Lucia Calmon
2001- Uma professora Muito Maluquinha –Renato Saudino
2011- O Pequeno Papa Sonhos – Magriff Miller
2011- Luz, Camera, Ação – Magriff Miller
2012- República de Garotos - José Celso Cavalieri
2016- República – Em Busca de um Sonho – José Celso Cavalieri
2012/14- Auto da Paixão de Cristo - Verônica Gomes/Elieser Almeida
2017- Dó Ré Mi Freiras
Cinema:
Figuração:
*Moças de Fino Trato – Paulo Thiago – Vitória/ES
*Lamarca –Vitória/ES
*Gringa Miranda – Vitória/ES
Ocupação: Ator e Bailarino
Dança:
1992- Amostra de Dança – Denize Marques – FAFI
1993- Consolation – Maria Lucia Calmon
1994- Abertura do 1º Saloon Fashion Show – Levy Santyny – Clube Álvares Cabral
1994- Valsa e Tango – Maria Lucia Calmon – FAFI
1994- Festa para Zumbi – Cristina Rocha – Pça dos Namorados
1995- Dança do Fogo – Angélica Gabriel – FAFI
1995- Encerramento Curso Dança Moderna – Kátia Perez – FAFI
1996- Encerramento Curso Dança Moderna – Patrícia Miranda/Bianca Cortelleti – FAFI
1966- Performance – Boate centauro Vitória
1999- Momentos de Amar – FAFI – Teatro Carlos Gomes – Festa de São Pedro – Capitania dos Portos
1999- Anaus dos Loucos – Marcelo Ferreira – Teatro Carlos Gomes
1999- Cotidiano – Colégio Marista
1999- Foi um Sonho – Sambão do Povo
2000- Luxúria – Colégio Estadual do E. Santo
2001- Medéia – Maria Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes/Teatro Carmélia
2001- Medéia – Mª Lucia Calmon - XIV Festival de Dança Rio de Janeiro- Teatro João Caetano
2003- Penélope – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes/Teatro Carmélia
2003- Penélope – Mª Lucia Calmon – Festival de Dança Vitória Brasil
2003- Penélope – Mª Lucia Calmon – Festival de Teatro e Dança
2004- Uirapuru – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes/Teatro Carmélia
2007- Ifigênia no Brasil – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes
2007- Ifigênia no Brasil – Mª Lucia Calmon – Cineteatro Terra
2008- Ilha do Mel – Prodanças – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes/FAFI
2005- Fragmentos de Penélope – Mª Lucia Calmon – FAFI
2005- Fragmentos de Penélope – Mª Lucia Calmon – Teatro Carlos Gomes
2018- Quanto Tempo Vale Um Corpo?
Teatro:
1990- Uma Luz Fim do Túnel – Elieser Almeida
1991- Curso de Teatro – Altair Caetano
1992- O Pecado – Cida Pimentel
1993- O Circo de Brinquedos – Daniel Vieira
1994/95- Os que Chegam com a Noite – Doca Loureiro/Eudes Roberto
1997- A Flauta Mágica – Mª Lucia Calmon
2001- Uma professora Muito Maluquinha –Renato Saudino
2011- O Pequeno Papa Sonhos – Magriff Miller
2011- Luz, Camera, Ação – Magriff Miller
2012- República de Garotos - José Celso Cavalieri
2016- República – Em Busca de um Sonho – José Celso Cavalieri
2012/14- Auto da Paixão de Cristo - Verônica Gomes/Elieser Almeida
2017- Dó Ré Mi Freiras
Cinema:
Figuração:
*Moças de Fino Trato – Paulo Thiago – Vitória/ES
*Lamarca –Vitória/ES
*Gringa Miranda – Vitória/ES
Hudson Giovanni
Hudson Giovanni (Angra dos Reis, RJ, 20 de novembro de 1982)
#CapixabadeCoração
Teatro:
Como Ator:
2008- O Cachê do Michê
Como Diretor:
2007- Terapia do Brilho
2008- O Cachê do Michê
Como Escritor:
Teatro:
2007- Terapia do Brilho
2008- O Cachê do Michê
Livros:
2011- Palco das Ilusões
2012- Autofágica
Obras Acadêmicas:
2016- Arte da Capa: EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CONSTRUÇÃO COLETIVA DE CONHECIMENTOS
Cap. De livro: “Se essa rua fosse minha”. Na obra: EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CONSTRUÇÃO COLETIVA DE CONHECIMENTO
Participações em Livros:
2009- Poeta, mostra sua cara! (6ª Edição da coletânea)
2011- Fuzileiros Navais – Suas missões e amores em Marataízes (De: Bárbara Pérez)
2011- A Voz dos Ventos
2012- Desvanecendo em Amor Vol 2
Prêmios e Títulos:
2009- Confrade Mor Fundador Efetivo da Confraria das Artes, Cultura & Letras de Marataízes e do Estado do Espírito Santo, com o Título Vitalício de Dom Hudson Giovanni, o Grão-Mestre das Artes, Prior da Casa do Grão-Mestrado de Cerimônias e Crônicas, Guardião das Armas e Insígnias.
2012- Comenda “Dom Hudson Giovanni de Artes e Cultura- Academia das Artes, Cultura e Letras de Marataízes
#CapixabadeCoração
Teatro:
Como Ator:
2008- O Cachê do Michê
Como Diretor:
2007- Terapia do Brilho
2008- O Cachê do Michê
Como Escritor:
Teatro:
2007- Terapia do Brilho
2008- O Cachê do Michê
Livros:
2011- Palco das Ilusões
2012- Autofágica
Obras Acadêmicas:
2016- Arte da Capa: EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CONSTRUÇÃO COLETIVA DE CONHECIMENTOS
Cap. De livro: “Se essa rua fosse minha”. Na obra: EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CONSTRUÇÃO COLETIVA DE CONHECIMENTO
Participações em Livros:
2009- Poeta, mostra sua cara! (6ª Edição da coletânea)
2011- Fuzileiros Navais – Suas missões e amores em Marataízes (De: Bárbara Pérez)
2011- A Voz dos Ventos
2012- Desvanecendo em Amor Vol 2
Prêmios e Títulos:
2009- Confrade Mor Fundador Efetivo da Confraria das Artes, Cultura & Letras de Marataízes e do Estado do Espírito Santo, com o Título Vitalício de Dom Hudson Giovanni, o Grão-Mestre das Artes, Prior da Casa do Grão-Mestrado de Cerimônias e Crônicas, Guardião das Armas e Insígnias.
2012- Comenda “Dom Hudson Giovanni de Artes e Cultura- Academia das Artes, Cultura e Letras de Marataízes
Lirismo Perdido
Lirismo PerdidoLançamento: 1945
Título: Lirismo Perdido
Autor:Newton Braga
Editora: Cia. Editora Leitura
Páginas: 96
Sinopse:
Este livro reúne 30 poemas de Lirismo perdido, publicado pela Cia. Editora Leitura, em 1945. Os demais - exceto "Cantiga de ninar" - fazem parte do livro póstumo Poesia e prosa, publicado pela Editora do Autor, em 1964, e reeditado em 1993, com mais 17 poemas, pela Academia Espírito-Santense de Letras/Departamento Estadual de Cultura/Instituto Histórico e Geográfico do ES/Secretaria de Produção e Difusão Cultural - UFES, com o apoio da Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim. De acordo com Carlos Drummond de Andrade, "Nos poemas de Newton Braga a ternura tem o sentido das coisas autênticas, e a vida é interpretada através do amor, que a transfigura".
Fonte: BookLink
Histórias de Cachoeiro

Histórias de Cachoeiro
Lançamento: 1946
Título: Histórias de Cachoeiro
Autor:Newton Braga
Páginas: 100
Lançamento: 1946
Sinopse:
Os italianos usam a expressão "paese" com duplo significado: aldeia e país. Evidenciam a importância da origem, da raiz, como base do sentimento de pátria. Parece que Newton Braga sabia disso, tanto que não hesitou em escrever esse delicioso livro, datado de 1936 e publicado pela primeira vez em 1946. A intenção era despertar nos jovens o interesse pelas origens, pela raiz, da cidade onde nasceram: os desbravadores e a luta sem trégua que tiveram para edificar um "paese". E fez isso com o colorido que somente os poetas sabem dar às suas narrativas, com o rigor sem pretensão da pesquisa e com a simplicidade dos puros de espírito, que querem dividir com todos um pouco do seu saber, para que este cresça e se multiplique.
Fonte: BookLink
Quase Tudo
Quase TudoLançamento: 2005
Título: Quase Tudo
Autora: Danuza Leão
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 280
Lançamento: 2005
Sinopse:
Aos quinze anos, Danuza Leão frequentava a casa do pintor Di Cavalcanti. Aos dezenove, foi a primeira modelo brasileira a desfilar no exterior. Aos vinte, casou-se com um importante dono de jornal que tinha o dobro da sua idade. Tempos depois, com três filhos pequenos, separou-se para viver um grande amor com um cronista e compositor pobre. Aos quarenta e poucos, já avó, comandou as noitadas das boates Regine's e Hippopotamus (o que lhe valeu capa da revista Veja com o título "A grande dama da noite").
Danuza foi dona de butique, membro de júri de programa de auditório, relações-públicas, entrevistadora de TV, produtora de novela, cronista social, e publicou um livro de enorme sucesso sobre etiqueta moderna. E agora conta (quase) tudo de sua vida extraordinária nestas deliciosas memórias. São muitas histórias alegres ou picantes de uma mulher que sempre prezou sua independência, mas também episódios tristes de quem sofreu perdas dolorosas.
E, como se não bastasse tudo o que é sábia e generosamente narrado ao longo deste livro, há o gran finale, com as melhores páginas que o leitor brasileiro provavelmente leu nos últimos anos. Sem fazer pregações, sem dar receitas, sem propor panacéias, Danuza Leão oferece com simplicidade e franqueza uma imensa lição de vida.
Fonte: Companhia das Letras
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