sábado, 29 de abril de 2017

Devalci Freitas

Devalci Freitas ( Serra, 25 de março de 1989)



Nome completo: Devalci Freitas da Silva
Ocupação: Ator














Teatro:
2013- Marcados pelo Sangue (Grupo de teatro Kairos)
2013- Parodia da Musica Tia Alegra, pepa, tia prima (Grupo de teatro Kairos)
2015- Sogras, Você já teve, tem ou terá! ( Oficina de Atores Abel Santana)
2016- Por que eu? (Companhia Teatral JC)
2016- Os Prisioneiros do Acaso ( Companhia Teatral JC)
2017- O ser humano em Leilão? (Companhia Teatral JC) (em andamento)

Web Série:
2015- Discutindo a relação  (Oficina de Atores Abel Santana)

Comerciais:
2015- Banescard (Duble)
2015- Inalguração do Carone Campo Grande 2015

A Roupa Nova do Imperador

A Roupa Nova do Imperador
Grupo Gota, Pó e Poeira
Estreia: 2007.

















Ficha Técnica:
Direção e Adaptação: Carlos Olla
Iluminação: O grupo
Sonoplastia: O grupo
Músicas: Richardson Azevedo
Figurinos: Jonathas Faria
Maquiagem: O grupo
Cenário: Paulo Honório da Costa

Elenco:
Eliane Correia -Fulana
Carlos Olla – Rei
Neuza de Souza - Agulhão
Edmar da Silva -Tesourinha
João Paulo Rodrigues - Ministro
Paulo Honório da Costa -Figurante



Sinopse:
Baseado no conto “Os Impostores”, de origem oriental, e ainda na obra de Hans Christian Andersen, o espetáculo narra a história de um rei narcisista, preocupado somente com suas roupas, enquanto o povo cada vez mais é oprimido por impostos.
Diante de mais um concurso para eleger a nova roupa do rei, dois espertalhões armam um plano mirabolante, de fazer um traje belíssimo em que somente aqueles que são “nobres” podem ver, deixando o Rei na dúvida se é realmente o legítimo herdeiro de seu trono.
Desconfiado, o rei sempre orienta seu ministro de observar o feitio da roupa, e esse confirma sua existência. E para festejar o novo traje, o rei vai sair em desfile pelo reino, causando espanto em muitos, principalmente na sinceridade da criança.


Prêmios:
Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Teatro de Cabo de Santo Agostinho, em 2012 – Eliane Correia
Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Teatro de Conselheiro Lafaiete, em 2009 – Neuza de Souza
Prêmio de Melhor Figurino no I Festival de Teatro de Rua de Itapemirim – ES, em 2008
Prêmio de Melhor Espetáculo de Rua no I Festival de Teatro de Rua de Itapemirim – ES, em 2008.




Sai de Reto, Tranca Rua

Sai de Reto, Tranca Rua
Estreia: 2008.













Ficha Técnica:
Texto: Robson Paouto
Direção: Tato Brasil
Maquiagem: O grupo
Cenário: Robson Paouto e Tato Brasil

Elenco:
Fábio Aiolfi - Vicente
Robson Paouto- Diabo
Tato Brasil- Exu
Lorena Cardoso- Diabo

Prêmios:

Festival de Teatro Paulo Autran - Aracruz
Melhor Ator- Fábio Aiolfi
Melhor Ator Coadjuvante- Tato Brasil
Melhor Maquiagem



sexta-feira, 28 de abril de 2017

Fábio Aiolfi

Fábio Aiolfi (Aracruz, 11 de abril de 1988)

Nome Completo: Fábio Aiolfi Pontual

Ocupação: Ator e Escritor.








Atuação:


Teatro:

2005- A Aventura da Água
2005- Couro de Cabra e a Promessa
2005- A Mágoa da Terra
2005- O Rei e o Pescador
2006- Melissa, a Fadinha Trapalhada
2006- O Pipocó
2007- Os Sonhos de uma Flor
2007- Cortejo do Boi Encantado
2007- O Mágico - Uma Comédia em Pantomima
2008- Faz de Conta, Um Conto
2008- Sai de Reto Tranca Rua
2009- Vixe, Maria! 
2011- Cam Baleiando 
2011- Eles Também Têm Direitos
2012- Para Sempre Rapunzel
2012- O Pastelão e a Torta
2013- Vida de Professora
2014- O Tratador de Estrelas
2015- O Pastelão e a Torta
2015- A História de Benedito e Rosinha
2017- Os Saltimbancos
2017- O Quintal de Histórias

Curtas:
2011- Te Amo, Lucas!
2012- Paralelos de Vênus


Tv:

2018: A Hora da Criança (TV Guarapari)

Internet:
2018- Mundo do Nino
2020- Andarilho Capixaba


Escrita:


Livros:

2010- Entre o Amor e a Fogueira
2010- O Silêncio do Pensamento
2010- Melissa e Roc-roc em Busca do Era uma Vez...
2010- Phenix- Epigramas da Alma
2011- Madrugadas Tardias
2012- Baú da Fantasia
2012- O Boné Mágico
2012- Chapeuzinho Vermelho
2012- Infinito- O Último Livro de um Poeta Romântico
2013- Girafilda- A Girafa
2018- Faz de Conta, um Conto - 10 Anos de Histórias
2023- Poeta do Riacho
2025- Andarilho Capixaba - Colorindo e Declamando


Antologia:
2018- Entardecer - Antologia Poética
2025- Alumbramento - Antologia Poética


Zines:
2018- Infinitos
2019- Marataízes- A Pérola Capixaba (Com Bárbara Pérez)
2019- Não Coma Carne! 
2020- iá casaca!
2022- Animália
2023- Cartilha: Os Números do Pato
2024- Benvenuti a Guaraná
2024- Poemas Visuais Natalinos


Antologias:
2021- Mulembá 
2022- Catipum! Antologia de Poemas Infantis




Exposições:

2022- Toda Poesia de Barra do Sahy
2022- iá casaca! - Exposição Virtual de Poesia Concreta Capixaba
2024- Animalismo das Flores - Colagem Digital
2025- Extinção Animal

Prêmios: 

2008- Festival Paulo Autran- Melhor Ator- Sai de Reto Tranca Rua- ES

2009- Medalha de Mérito Cultural Anita Garibaldi- FALASP - SP
2009- Destaque Brasil 2009-SP
2010- Medalha de Mérito Cívico Maria Quitéria- FALASP- SP
2010- Personalidade 2010- SP
2010- Destaque Brasil 2010- SP
2011- Medalha Palmas Acadêmicas- FALASP- SP
2011- Personalidade 2011- SP
2017- Medalha Domingos José Martins- Academia Marataizense de Letras- ES
2019- Personalidade Social Artística e Cultural 2019 - ACLAPTCTC - ES
2019- Diploma de Honra ao Mérito - Dia Municipal da Trova-  ACLAPTCTC - ES
2019- Medalha de Acadêmico da Academia Marataizense de Letras- ES






Vídeos:













 

A Menina Cão

A Menina Cão
Grupo Beta de Teatro
Estreia: 2016.








Ficha Técnica:
Direção e Dramaturgia – Lorena Lima
Assistência de Direção e Preparação Corporal – Thiago Mozer e Vinicius Duarte
Concepção de Iluminação e Execução – Daniel Boone
Trilha Sonora – Dori Sant’Ana
Cenografia – Emerson Evêncio e Lorena Lima
Figurino – Emerson Evêncio
Preparadora Vocal – Babaya Morais
Produção – Luis Vila Nova
Produção Executiva – Cabelo Seco Soluções Culturais
Marceneiro – Eltimio Mantovaneli Zuqui
Adereços/Artista Plástica Tatiane Jubelini
Adereços em Biscuit – Michelle Blach
Costureira – Marinez/Ateliê Luz Divina
                    Ateliê Bonecas que Falam
Comunicação Visual – Paulo Prot
Fotografia – Jéssica Subtil
Assessoria de Comunicação – Luiz Vila Nova
Coordenação Geral do Projeto – Lorena Lima
Apoio de Produção – Alma Andaluza Studio de Dança
Realização – Grupo Beta de Teatro


Elenco:
Paula Molina – Loló
Vinicius Duarte – Avô Waldir
Cynthia Gontijo – Tia Graça
Rosa Pasolini – Tia Socorro
Thiago Mozer – Rita e Manipulação Patrícia

Sinopse:
Vivenciar encontros e lembranças, enfrentar medos e anseios e acima de tudo, compartilhar alegrias e desejos, e tudo isso no quintal de seu avô. Assim é a montagem infanto-juvenil "A Menina Cão", do Grupo Beta de Teatro. A peça mostra o universo infantil de uma forma sensível e poética.

História:
A partir do livro escrito pela atriz do Grupo Lorena Lima e aprovado pelo Edital de Literatura Infanto-Juvenil Secult/2013. A artista, agora autora e dramaturga, parte da literatura para a dramaturgia e tem o projeto de montagem do espetáculo com o mesmo nome, aprovado no Edital
Setorial de Artes Cênicas Secult/2015, assumindo também a encenação do espetáculo, que foi concebido para palco italiano. Neste trabalho, Lorena Lima, como diretora, buscou durante o processo, aprimorar junto aos artistas envolvidos, a singularidade proveniente da multiplicidade de ideias e experimentações, promovendo a cada encontro, a ativação do universo infantil (memórias) dos intérpretes envolvidos, visando provocar dessa maneira, reflexões sobre a infância dos mesmos –
laboratórios de suas particularidades, para depois visitarem as confissões infantis da Menina Cão (memórias da autora). O feminino, agora embrionário, renascendo no Grupo Beta através da
menina cão, revela-se carregado de anseios, alegrias, desejos e medos em sua composição, experimenta soluções para as dificuldades que surgem em seu cotidiano – tal como a amizade secreta com suas amigas cigarras no quintal do seu avô.
As memórias da vida dessa menina, seus registros de valores da convivência familiar, o prazer que tem em viver e recriar o seu próprio mundo estabelecem o jogo entre realidade e ficção, ao mesmo tempo que também promove a reflexão sobre a convivência entre as crianças e adultos nos dias atuais. Realizar esse projeto para o Grupo foi poder compactuar com a importância da busca pela leveza – foi assumir o “jogo/brincadeira” como fator essencial para a interação com a vida, como quando se precisa, mudar de plano – enxergar novas direções, novos rumos. Acima de tudo, é evidenciar a importância de que se quer e precisa caminhar, mas não sozinhos e estabelecer conexões, fortalecer trocas de vivências enquanto Grupo que transita por várias linguagens – do adulto ao infantil, do feminino a loucura, da ficção ao autobiográfico. Sendo assim, o Grupo mais uma vez se reafirma através de diversas parcerias, novamente com Emerson Evêncio - (CabeloSeco Soluções Culturais), Daniel Boone - iluminação (Grupo Z), com a artista Giselle Ferreira (Studio Alma andaluza de dança), Janaina Falcão (atriz), Maria (atriz), Thiago Mozart (ator), Vinicius Duarte (ator) e Paula Molina (atriz).
Essa montagem estreou em março de 2016 em Guaçuí, fez uma pequena temporada no teatro Carlos Gomes e também participou do Aldeia Sesc
Ilha do Mel.




O Coração Delator


O Coração Delator
Grupo Beta de Teatro
Estreia: 2010.












Ficha Técnica:

Direção e dramaturgia: Fernando Marques
Preparação Corporal: Carla van den Bergen
Cenário, figurino e adereços: Francina Flores
Concepção de Luz: Carla van den Bergen
Montagem e operação de Luz: Daniel Boone
Produção: Telma Smith e Lorena Lima
Designer gráfico:Fernando Marques
Fotos: Ivna Messina

Elenco: 
Lorena Lima
Carla van den Bergen


Sinopse:
No espetáculo O coração Delator são abordados três contos de Edgar Allan Poe, além do que dá nome ao espetáculo, foram utilizados: “O gato Preto” e “A queda da casa de Usher”. O espetáculo permeia essas histórias, confundindo a loucura, na relação entre as pessoas que são consideradas loucas e as que impõem, aos loucos, os limites.

História:
Neste espetáculo, o grupo Beta reafirmou a parceria com o Grupo Z de Teatro através de Fernando Marques - direção e dramaturgia, Carla van den Bergen - atuação. A dramaturgia de Fernando Marques partiu de três contos de Edgar Allan Poe – o que dá título à peça, “O Gato Preto” e “A Queda da Casa de Usher”, que além da recorrência em sua literatura de alguns elementos evidentes nos contos, que é uma das características do autor americano como: temas, figuras e tramas, o que chamou mais a atenção e motivou a realizar a encenação, foi a loucura. A partir da ideia de trabalhar o eu lírico masculino dos contos, por duas mulheres, teve-se como resultado a criação de personagens além dos contos, como as enfermeiras que se misturam ao personagem principal – o louco, fortalecendo ainda mais a pesquisa do Grupo pela via do feminino– agora associado a “loucura”.




Dana Oliver

Dana Oliver  (Ipatinga 15 de abril  de 1988)


#CapixabaDeCoração

Ocupação: Atriz, Produtora, Escritora e Contadora de Histórias.












Teatro:

Atuação:
2004- Couro de Cabra e a Promessa  (Texto e Direção: Rodrigo Paouto)
2005- A Aventura da Água (Texto e direção: Dana Oliver)
2005- O Dentista Clássico (Texto e Direção: Alex Rodrigues)
2005- Zacimba Gaba- A História de uma Guerreira (Texto Adaptado e Direção Rodrigo Paouto)
2006- Teatro dança- Cell block Tango  (Texto e Direção: Rodrigo Paouto)
2006- Melissa, a fadinha Trapalhada (Texto e Direção: Fábio Aiolfi)
2006- A Sombra da Cruz  (Texto e Direção: Rodrigo Paouto)
2007- O Pipocó  (Texto e Direção: Rodrigo Paouto)
2008- Os Mistérios da Profecia (Texto: Geise Mantovani e Direção: Dana Oliver)
2009- Os Mendigos e o Pato do Imperador  (Texto e Direção: Rodrigo Paouto)
2013- Vida de Professora
2014- Os Saltimbancos (Texto: Chico Buarque – Trupe Pirilampo)
2014- O Mágico de Oz  (Texto adaptado: Dana Oliver – Trupe Pirilampo)
2015- O Menino Maluquinho (Texto: Ziraldo – Trupe Pirilampo)
2015- Chapeuzinho Vermelho  (Clássico dos Contos de Fadas- Trupe Pirilampo)
2015- Os Três Porquinhos (Clássico dos Contos de Fadas- Trupe Pirilampo)
2015- Faz de Conta, um Conto
2015- A História de Benedito e Rosinha (Texto adaptado e direção: Dana Oliver)
2016- Couro de Cabra e a Promessa- 2ª Versão-  (Texto e Direção: Rodrigo Paouto. Co-direção: Tato Brasil)
2017- Os Saltimbancos (Texto adaptado de Chico Buarque  Direção: Tato Brasil)
2017- O Quintal de Histórias
2017- O Cortiço dos Anjos  (Texto e Direção: Rodrigo Paouto)
2022- Zacimba Gaba- A História de uma Guerreira

Direção:
2005- A Aventura da Água
2008- Os Mistérios da Profecia
2015- A História de Benedito e Rosinha
2017- O Quintal de Histórias

Dramaturgia:
2005- A Aventura da Água
2014- O Mágico de Oz
2015- A História de Benedito e Rosinha

Produção:
2006- Melissa, a fadinha Trapalhada
2009- Os Mendigos e o Pato do Imperador
2014- A Casa do Assoalho Velho
2016- Couro de Cabra e a Promessa- 2ª Versão
2017- Os Saltimbancos 
2017- O Quintal de Histórias
2017- O Cortiço dos Anjos
2022- Zacimba Gaba- A História de uma Guerreira

Iluminação:
2014- A Casa do Assoalho Velho
2016- Couro de Cabra e a Promessa- 2ª Versão

Descalça?


Descalça?
Grupo Beta de Teatro
Estreia: 2010,











Ficha técnica:
Direção: Aline Ferraz e Fernando Marques
Dramaturgia: Fernando Marques
Produção: Telma Smith e Lorena Lima
Preparação Corporal: Francina Flores
Cenário, Figurino e Adereços: Francina Flores
Concepção de Luz: Carla van den Bergen
Designer Gráfico: Fernando Marques

Elenco:

Telma Smith
Lorena Lima

Sinopse:
Sem dúvida, na construção da mulher, a relação mãe / filha é fundamental. E é justamente o feminino - sua construção, seu lugar no mundo, sua condição -, a partir dessa relação, o que o trabalho aborda.
Nunca num viés determinista em que a mulher mãe e a educação que dela provém fazem a mulher filha, mas na perspectiva de que a interação entre as duas é constitutiva de ambas. Para tanto, a psicanálise, a literatura e relatos pessoais foram tomados como referência.


História:

Apesar de ser o primeiro trabalho do grupo, esse espetáculo já apresentou a maturidade artística e estética das atrizes e demais profissionais envolvidos. Acredita-se que isso ocorreu devido ao tempo dispensado à pesquisa e também pelas próprias características do processo utilizado na montagem, no caso, colaborativo.
Para essa montagem, tendo na época apenas duas atrizes e ambas estavam em cena, foi realizada parceria com o Grupo Z de Teatro/ES,grupo com quem o Beta possuía identidade estética e de militância teatral.




Lorena Lima

Lorena Lima  (Belém, 27 de fevereiro de 1971)

#CapixabadeCoração


Ocupação: Atriz, Escritora, Dramaturga, Diretora, Educadora Social, Ministrante de oficinas e Produtora Cultural.







Cinema

Atriz:
2011- O Ao Vivo de Bergue (Diretor Paulo Senna/Curta Metragem)
2012- “Certifico que...” (Diretora Tetê Brito/Curta Metragem)
2012- Entreturnos (Diretor Edson Ferreira/Longa Metragem)
2013- Embaraçadas (Diretor Paulo Senna/Curta Metragem)
2014- Guerra Fria ( Diretor Paulo Senna/Curta Metragem)
2014- Vento Sul (Narração) (Diretora Sáskia Sá/Curta Metragem)
2017- Ano Passado Eu Morri (Diretor Rodrigo de Oliveira/Curta Metragem) Estreia prevista para 2017.

Assistente de Produção:
2012- Sombras do Tempo (Diretor Edson Ferreira/Curta Metragem)
2013- Abrigo ao Sol (Diretor Emerson Evêncio/Curta Metragem)
2014- Guerra Fria ( Diretor Paulo Senna/Curta Metragem)

Literatura:
2014- A Menina Cão (Literatura Infanto-juvenil)
2016- Os Irmãos de Papel (Literatura Infanto-juvenil)
2017- A Carteira Voadora (Literatura Infanto-juvenil)

Teatro

Atriz:
1993- O Mal Entendido (Grupo Sygnus/SP)
2006/2007- Auto de São Pedro (Escola de Teatro e Dança FAFI)
2006- As Relações Naturais (Escola de Teatro e Dança FAFI)
2007/2008- A Feira (Grupo Vira Lata de Teatro)
2007- Um Rubi no Umbigo (Escola de Teatro e Dança FAFI)
2007- Curupira (Grupo Z de Teatro)
2010/2011- Descalça? (Grupo Beta de Teatro)
2010- O Coração Delator(Grupo Beta de Teatro)
2010- Dom Casmurro (Grupo Z de Teatro)
2013/2014-  Credores (Grupo Boyásha)
2017- A Lenda do Reino Partido (Grupo Folgazões)
2019- Buffalo's Show (Grupo Folgazões)

Leitura Dramática:
2007- Eles Não Usam Black Tie (Escola de Teatro e Dança FAFI)



Produtora executiva
2010/2011- Descalça? (Grupo Beta de Teatro)

Assistente de Direção:
2012/2013-  A Terra Prometida (Grupo Quintal)
2014- A Casa Escura (Grupo Beta de Teatro em parceria com Cabelo Seco Soluções Artísticas)

Direção:
2016-  A Menina Cão (Grupo Beta de Teatro)
2018- Nessa Rua (CENA Escola de Atores)

Dramaturgia:
2016-  A Menina Cão (Grupo Beta de Teatro)
2018- Nessa Rua (CENA Escola de Atores)

Produção:
2017- O Que Restou dos Nossos Amores (Grupo Beta de Teatro) -Estreia prevista para Julho de 2017.


Curiosidade:
* Fundadora do Grupo Beta de Teatro/ES em 2007.




Naira Valente

Naira Valente (Vitória, 19 de janeiro de 1996)



Nome Completo: Naira Pinudo Maduro
Ocupação: Cantora, compositora e graffiteira














Atriz:

Web série:
2016 – Palavra Negra – Coletivo Palavra Negra

Cantora:

Festivais:
2016- FEME – Mulheres do graffiti / Mulheres do Hip-hop – FEME
2016- 3º Acampa Nacional do LPJ / BH – Levante Popular da Juventude
2016- Festival Internacional da UTOPIA – Prefeitura municipal de Maricá – RJ

Escritora:

Literatura: 
2016 – Zine #1 Particularidade – POESIA E ILUSTRAÇÃO – Naira Valente
2017- Antologia poética UniVersos (participação em coletânea) – Sesoko art studio

quinta-feira, 27 de abril de 2017

A Pequena Sereia

A  Pequena Sereia
Estreia: 2017




Ficha Técnica: 
Texto: Hans Christian Andersen (Adaptação)
Direção: Peter Serge Butko
Designer Gráfico: Alessandra Pin Ferraz
Fotografia: Paula Molina









Elenco:
Bruna Xavier
Guy Simões
Alessandra Pin Ferraz
Ana Lyrio
Barbara Depiantti
Brenda Bernardes
Bruna Helmer
Camila Reis
Carlos Davyson
Carlos Rosado
Cleverson Guerrera
Deivid Leite
Diego Pianna
Elyniel Fernando
Gilmon Batista
Giulia Bravo
Larissa Kuplich
Lívia Sá
Marchesi Lopes
Marina Malafaia
Meiriele Goltara
Natalia Duarte
Rodrigo Marques Gazola
Rosa H. Passolini
Rovilson Santana
Sávio Cezana
Thay Bettini
Weverton Damasceno
Wesley Rossi.

Sinopse:
Baseado no conto original "A Sereiazinha" (1837) de Hans Christian Andersen, a proposta do diretor Peter, vislumbra-se na realização de performances em estilo contemporâneo e moderno. Isto é, história de amor entre um menino e uma menina da terra para o mar. A diferença entre o mundo subaquático e terrestre exibida com diferente cor da luz no palco, e também com diferentes formas  de movimentos corporais dos atores.

Curiosidade: 
A peça é fruto da oficina de montagem de espetáculo, com Peter Serge Butko (Republica Tcheca) por meio do Centro Cultural Sesc Glória em parceria cultural com a Embaixada da República Tcheca.




quarta-feira, 26 de abril de 2017

Cordel do Amor sem Fim

Cordel do Amor sem Fim
(Leitura Dramática)
Estreia: 2011
















Ficha Técnica: 
Texto: Cláudia Barral
Direção: Anderson Woeffel
Montagem e Operação de Luz: Edgard Barbosa
Concepção de Som: Anderson Woeffel
Operador de Som: Wilson Coêlho
Designer Gráfico: Max Goldner


Elenco:
Anderson Woelffel – Contador
Max Goldner – Cantador
Robson Fernandes – Narrador
Tamiris Vescovi – Tereza
Eneidis Ribeiro – Carminha
Chai Rodrigues - Madalena
Felipe Farid - José


Sinopse:
Baseado nos relatos do pai sobre a cidade de Carinhanha, sertão baiano, às margens do Rio São Francisco, Cláudia Barral desenvolve a trama de Cordel do Amor sem Fim. Em Carinhanha, vivem as irmãs Madalena, Carminha e Tereza. Tereza é a mais nova e sonhadora que se apaixonou por um viajante chamado Antônio no porto da cidade, justamente no dia em que tinha um encontro marcado num almoço em que José a pediria em casamento. Caminha, misteriosa, aposta no sonho da irmã para que possa ficar com José por quem é apaixonada, ao passo que Madalena, a mais velha, tenta desvencilhar a fantasia da irmã que insiste em ficar no porto à espera de Antônio, para que se case com José e, de certa forma, partilhe com a irmã os próprios sonhos que não pode realizar. Uma espécie de esquema drumondiano em que Carminha ama José, que ama Tereza que ama Antônio.
A partir do próprio título, a autora desenvolve em sua obra uma tríade, ou seja, o cordel (espaço-forma), o amor (conteúdo-ação) e a infinitude (tempo). Apesar de uma espécie de não rigorosidade com a rima e a metrificação costumeira ao cordel, a peça se sustenta desta linguagem que identifica os personagens falando de onde estão e de sua identidade regional. No que diz respeito ao amor em tempo de espera, transita o tempo, representado na mitologia grega como Cronos, o mais jovem dos Titãs, explorando os arquétipos da paixão e as consequências que esta implica e, fechando o triângulo, trata-se da infinitude, ou seja, aquilo que se sustenta por um sentimento que independe da realização ou não de um desejo, mas que permanece como um valor que faz daquele que ama desconhecer a necessidade de uma fronteira que separe o sonho da realidade.




Medéia

Medéia
(Leitura Dramática)
Estreia: 2011
















Ficha Técnica:
Texto: Euripides
Direção: Wilson Coêlho
Montagem e Operação de Luz: Edgard Barbosa
Concepção e Operação de Som: Wilson Coêlho
Designer Gráfico: Max Goldner

Elenco:
Ama - Chai Rodriges
Escravo - Robson Fernandes
Medéia - Tamiris Vescovi
Coro - Eneidis Ribeiro
Creonte - Max Goldner
Jasão - Anderson Woelffel
Egeu - Felipe Farid
Mensageiro Max Goldner.


Sinopse: 
Entre quase uma centena de peças, Medéia, escrita em 431 antes de nossa era, é uma das dezessete tragédias que restaram da obra do dramaturgo grego Eurípides. Em Iolcos, cidade da Tessália, onde se reuniam os Argonautas, havia um reino governado por Esão, destronado por seu irmão Pélias. Jasão, como filho de Esão, exigiu que o tio devolvesse para si a coroa. Pélias, fingindo-se disposto a entregar-lhe a coroa, colocou como condição que Jasão recuperasse o Velocino de Ouro que estava guardado num bosque da Cólquida. Juntamente com diversos jovens heróis gregos, Jasão liderou a gigantesca epopéia a bordo da nau Argos e, depois de várias peripécias, desembarcou no Reino da Cólquida, onde estava o Velocino de Ouro. Tendo prometido em casamento a Medéia, feiticeira poderosa e fi-lha do rei do lugar, Jasão consegue o Velocino. Para que pudessem fugir, Medéia esquarteja o irmão e espalha seus pedaços pelos caminhos das tropas do pai. De posse do Velocino, Jasão volta à Tessália e descobre que Pélias, seu tio, durante sua ausência, havia matado a Esão, seu pai e, ao mesmo tempo, recusa-se a devolver-lhe o trono. Para se vingar, Jasão contou com Medéia que, por sua vez, conseguiu convencer às filhas de Pélias a esquartejá-lo e cozinhar-lhe os membros como se fora para rejuvenes-cê-lo. Depois de tal embuste, Jasão e Medéia fogem para Corinto, onde são recebidos pelo rei Creonte. Jasão abandona Medéia para se casar com Glauce, a princesa de Co-rinto, filha de Creonte. Medéia, a esposa bárbara, fica furiosa e envia como presente de casamento à noiva um vestido incendiário. A princesa Glauce morre juntamente com seu pai Creonte. Depois, Medéia mata os próprios filhos e foge num carro de fogo, puxado por duas serpentes aladas.
Nessa época, principalmente em Atenas, o teatro tinha a função de construir e educar o homem grego e, baseadas nos mitos, as peças pro-piciavam discussões sobre os acontecimentos do cotidiano. A mulher, desempenhando um papel particular na cultura ateniense, foi discutida de maneira bastante trágica nesta peça, considerando que Medéia, ao não aceitar o destino como algo natural, decide resolver suas mágoas pelas próprias mãos, deixando-se levar por emoção e paixão que, em oposição ao homem racional, são entendidas entre os gregos como sen-timentos irracionais. Mas o tema de Medéia também foi explorado por outros dramaturgos como o romano Sêneca, o alemão Heiner Müller com MEDEAMATERIAL e os brasileiros Chico Buarque de Hollanda e Paulo Pontes em GOTA D'ÁGUA. Wilson Coêlho Coordenador de Teatro da Escola de Teatro e Dança FAFI





Caio Cruz

Caio Cruz (Afonso Cláudio, 07 de novembro de 1993)

Nome Completo: Caio Cruz de Araujo
Ocupação: Pintor










Exposições: 
2014- Teias- Sustos para os músculos provocados pelos impulsos dos pulsos
2014- O Guarda-chuva Preto
2015/2016- No Divã
2017- TransParência
2017- Peito Aberto
2017- Mostra-me sua dor
2019- Gordofóbica

Coletiva:
2016- Sombras

Curiosidades:
* O Contato é caiocruz.93@hotmail.com / Tel: (27) 9 9623-5834


Categorias: Artistas Plásticos

Enzo, O Sonhador

Enzo, o sonhador
Realização: Na Zona (Cia Teatral)
Estreia: 2016


















Ficha Técnica:
Texto: Guy Simões
Direção: Guy Simões
Sonoplastia: Juliana Nunes
Figurino: Na Zona
Design gráfico: Natalia Nemir (America Marketing & Design)

Elenco:
Ademir Fernandes
Elissa Nunes
Filipe Queiroz
Guy Simões
Juliana Nunes
Ranielli Vila Real
Sávio Cezana

Sinopse:
Enzo é uma criança que possui vários sonhos, assim como qualquer outra. Porém, ele se depara com uma dúvida cruel: conseguirá realizar esses sonhos ou não? Sua mente irá viajar até descobrir o que realmente poderá realizar.

História:
"Enzo, o sonhador" é inspirado em uma criança do mundo real, e foi  escrito por Guy Simões. O espetáculo aborda o tema "sonhos" e, principalmente, voltada para um lado educativo para que as crianças possam acreditar em um mundo melhor. A peça estreou no Shopping da Terra (Vila Velha/ES) em agosto de 2016. Atualmente, o grupo Na Zona, continua apresentando, sempre que solicitados, para escolas, creches, aniversário de crianças e entre outros eventos.

Participações em eventos:
2016- Shopping da Terra - Vila Velha - ES;
2016- MC Dia Feliz (ACACCI) - Vitória- ES;

Curiosidade:

O personagem Enzo foi inspirado em uma criança real. Tão real que possui o mesmo nome: Enzo. A convivência que o autor de "Enzo, o sonhador" teve com Enzo por alguns meses no ano de 2015, no Rio de Janeiro, se resume em sorrisos, mesmo nas horas difíceis. O autor atribui características à Enzo como "inteligente, sonhador, sincero, alegre, divertido, carinhoso, puro, educado, obediente, amigo..". E segundo o autor, o amor e o carinho que construíram, serviram de grande inspiração e força de vontade para o andamento e realização do projeto.

(Foto: Guy Simões e o incrível Enzo)



terça-feira, 25 de abril de 2017

Edson Ferreira

Edson Ferreira (Brasília/DF, 15 de agosto de 1972)

Ocupação: Ator, Diretor e Retorista

#CapixabadeCoração















Como Ator:

Curta-Metragem:
2013- Apontamentos de uma História de Amor (Direção:Leandro Vieira)
2016- Alana (Direção: Khalil Rodor e Pedro Henrique Martins)
2017- Identidade (Larissa Hubner e Marcus Vinícius Sousa)
2017- A Mesa no Deserto (Direção: Diego Scarparo) (Pós-Produção)
2017- Este é o seu Corpo (Direção: Diego Scarparo) (Pós-Produção)
2017- HIC (Direção: Alexandre Buck) (Pós-Produção)

Longa-Metragem:
2016- Os Incontestáveis (Longa) (Direção: Alexandre Serafini)
Série:
2017- Na Janela (Direção: Rafael José Oliveira e Pedro Henrique Martins) (Pós-Produção)

Leitura Dramática:
2014- RIP & CAL (Direção: Roseanna Mendonça)

Televisão:
2015- Cesan (Comercial) (Direção: Gustavo Lélis)
2016- Curso H (Direção: Marcos Luppi)
2016- Capixaba Cap (Direção: Madson Ferreira)

Como Diretor:

Curta-Metragem:
2005- Auroras de Ébano
2008- Frames
2010- Marcas da Vila
2012- Sombras do Tempo
2017- O Papão de Títulos (Pré-produção)

Longa-Metragem:
2017- Entreturnos

VideoClipe:
2010- Charme
2010- Alma Nua
2013- Deixa o Coração Falar

Preparação de Elenco:

Curta-Metragem:
2017- Simone (Direção André Lucas)

VideoClipe:
2017- Prático (Direção: Lourenço Diniz)


Prêmios:
2014- Festival de Vitória - Brasil - Melhor Júri Popular- Entreturnos
2015- Festival Guarnicê de Cinema- Brasil- Melhor Roteiro- Entreturnos
2015- Festival de Cinema Curta Cabo Frio- Melhor Filme- Entreturnos
2015- Festival LatinoAmericano de Cine Del Barrio Mapocho- Chile- Melhor Filme- Entreturnos
2015- Festival LatinoAmericano de Cine de Los Cerros- Chile- Melhor Filme- Entreturnos

Peroás e Caramurus - Uma Saga da Ilha

Peroás e Caramurus - Uma Saga da Ilha
Repertório Artes Cênicas e Cia. - Vitória / ES
Estreia: 2009
















Ficha Técnica:
Direção: Nieve Matos da Silva
Produção: Saulo Ribeiro
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

Elenco:
Cleverson Guerrera
Fabricia Dias
Josue Fernandes
Luiza Vitório
Max Goldner
Nicolas Corres Lopes
Roberta Portela
Vanessa Biffon

Sinopse:
"Peroás e Caramurus - Uma Saga da Ilha" conta a historia do furto da imagem de São Benedito, de como ela foi retirada do Convento São Francisco e levada até a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos; das peripécias dos envolvidos pelas ruas do centro de Vitória; do surgimento de duas irmandades religiosas: os Peroás e os Caramurus: e de como a rivalidade entre elas influenciou e dividiu a vida politica e social dos Espirito Santo durante mais de um século. Apesar de ser uni fato real ocorrido na capital capixaba, o espetáculo tem uma linguagem universal e atemporal. Conta a história de pessoas comuns e seus conflitos sociais na disputa hierárquica do dia a dia.







Nada será como Antes

Nada será como antes
Grupo Vira-lata de teatro
Estreia: 2013
















Ficha técnica:
Direção geral e produção – Cleverson Guerrera
Direção musical – Eduardo Santa Clara
Roteiro - Vitor Passarim
Consultoria e pesquisa – Nill Schaefer
Músico: Maicom Gomes
Cenário e adereços – Grupo Vira-lata
Figurino – Grupo Vira-lata
Criação, montagem e operação de luz – Nattan Dias e Cleverson Guerrera
Designer gráfico – Max Goldner
Realização – Grupo Vira-lata
Gênero: Espetáculo musical
Duração: 110 minutos
Classificação: livre

Cantores:
Elaine Viera
Nill Schaefer
Jackson Mello
Bárbara Greco

Elenco: 
Daniele Borgoni
Vitor Passarim
Max Goldner
Sabrina Roncon
Jackson Mello
Nill Schaefer
Elaine Viera
Bárbara Greco

Sinopse:
Em Porto Alegre no dia 17 de março de 1945, nascia aquela que se tornaria uma eterna estrela, que ainda brilha nos nossos corações Elis Regina. Dentre inúmeros prêmios, 27 LPs, ela é considerada ainda hoje, por muitos críticos, como a melhor cantora de todos os tempos. Nas palavras de Caetano: "Quem entende de música no mundo todo sabe que Elis é uma das maiores que já houve". Elis Regina deixou para o mundo sua arte expressa em formas de canções que são capazes de nos levar para outro lugar.

A ideia de homenagear a cantora Elis Regina nasceu em 2013, a partir do “Pipoca” um projeto desenvolvido pelo Grupo Vira-lata e aberto a comunidade. O sucesso atingido na sua primeira edição realizada no dia 17 de agosto de 2013, fez com que os artistas envolvidos comprassem a ideia de levar o projeto à frente em 2014.
A trajetória artística de Elis Regina é livremente contada num ambiente circense e visa emergir o público no universo da cantora, remetendo ao Espetáculo “Falso Brilhante” que foi um dos marcos da sua carreira e que era realizado em um ambiente circense. O circo nos traz alegrias, encantos, emoções e a simplicidade que Elis Regina trouxe na sua valorosa contribuição para a cultura popular brasileira. São muitos elementos surpresas, que tomarão conta do palco e encherão os olhos da plateia, que poderá prestigiar os maiores sucessos musicais da cantora e sua biografia, que será interpretada em alguns momentos do espetáculo.




A Feira

A Feira
Grupo Vira-Lata de Teatro
Estreia: 2007

















Ficha Técnica:
Direção: Renato Saudino
Texto: Lourdes Ramalho
Assistente de Direção: Cleverson Guerrera
Produção: Edilamar Fogos
Realização: Grupo Vira-Lata de Teatro
Figurino: Renato Saudino
Cenografia: Max Goldner
Iluminação: Fabio Pietro
Coreógrafo: Cleverson Guerrera
Operação de luz: Marcus Cruz
Som: Andressa Felício e Jessyca Dias
Design Gráfico: Max Goldner
     
Elenco:
Kelle Silva
Thais Bicalho
Luiza Vitório
Winny Rocha
Alessandro Rodrigues
Eleciana Mello
Bené Freire
Simone Alighiere
Gerson Lorenzo
Ed Junior
Cleverson Guerrera
Fabricia Dias
Lorena Lima
Max Goldner
Sandro Feitosa
Tiago Damasceno.

Sinopse:
A historia é protagonizada por Filó, uma mãe a beira da morte, e seus dois filhos Zabé e Bastião. Zabé é uma jovem sonhadora que está preste a casar e vai à feira a procura de seu enxoval, cheia de esperanças de encontrar uma vida melhor. Já Bastião, o caçula da família, é um jovem, que segundo a mãe ainda quando “minino” teve uma febre tão grande que pasmou o juízo! Bastião é um sofredor, retrato da própria fome e vai a feira para “distrair um dente doente apostemado”, mas é deslumbrado pelas “delicias” que só existem em sua imaginação.  Essa família vai a procura do pai, Nequinho que segundo ele mesmo teria ido na feira vender feijão...

História:
* A peça teatral “A Feira” com texto de Lourdes Ramalho e direção de Renato Saudino, relata a vida de uma família de nordestinos, que vai a feira e acaba se metendo em muitas confusões.

* A história segue com a interferência de vários outros personagens: feirantes, ambulantes, pedintes, malandros... Pessoas que como a família tem uma vida igualmente difícil, mas que com muito bom humor conseguem sobreviver as dificuldades, personagens que são o retrato do Brasil e principalmente do nordeste.






Guy Simões


Guy Simões (Vitória, 20 de Julho de 1989)



Nome Completo: Guy Simões Cerqueira
Ocupação: Ator









Cinema:
2014- Sempre Só (Curta metragem) (Direção: Bruna Miranda)
2015- Se a vida começasse agora (Stand-in no longa) (Direção: de Alexandre Klempere)

Teatro:

Atuação:
2009- Um mais um não são três (Direção: Eliezer de Almeida)
2014- Cegos (Intervenção Urbana) (Direção: Priscilla Toscano)
2014- High Hopes: A procura da liberdade (Direção: Rejane Arruda)
2014- O Corcunda de Notre Dame (Direção: Rodrigo Campaneli)
2015- O Rei dos Reis (Auto Paixão de Cristo) (Direção: George Oliveira)
2015- Aladdin (Direção: Anderson Lima)
2016- E Se Fosse Você? (Direção: José Celso Cavaliéri)
2016- Bailinho de Carnaval Infantil (Direção: Gab Kruger)
2016- Enzo, o sonhador (Direção: Guy Simões)
2016- Intervenção Prodest - Teatro Empresarial (Direção: Rodrigo Sabará)
2017- A Pequena Sereia (Direção: Peter Serge Butko)
2018- Nem Todos Podem Voar

Direção:
2016- Enzo, o Sonhador

Dramaturgia:
2016- Enzo, o Sonhador

Produção:
2018- Nem Todos Podem Voar

Televisão:
2015- Comercial de TV do DETRAN/ES (Direção: Raphael Gasparini).
2015- Comercial de TV do Banestes (banco).
2015- Simulação “Assédio na Rua”, realizada pelo Tribuna Noticias (SBT).
2015- Totalmente Demais (Rede Globo) (elenco de Apoio)

Curiosidades:
*Garoto propaganda do prêmio Inoves Ciclo 2016 – INOVES, no ano de 2016.

Impulsos


Impulsos

Coletivo Corpus Kardia













Ficha técnica:

Direção: Aline Ribeiro
Direção Geral: Gil Mendes
Cenografia: Franciely Sampaio
Sonoplasta: Thaynah Mardegan
Operador de luz: Wilton Bastos
Operador de som: Juliano Eliseu
Assistente de palco: Jordan Fernandes
Produção: Franciely Sampaio



Bailarinas:
Franciely Sampaio
Sabrina Fortunato
Thaynah Mardegan
Vivian Cunha
Zelinda Siquara

História:

* O espetáculo de dança do coletivo Corpus Kardia é uma parceria entre a literatura e a dança, ao criar, a partir dos textos da poetisa Vilma Belfort, as coreografias do projeto. A peça levanta questões sobre o amor, as fragilidades humanas.

*Impulsos, com o Coletivo Corpus Kardia, estabelece diálogo entre dança e literatura e reflete sobre fragilidades humanas.

* "Impulsos" é o trabalho de formação da turma de qualificação em Dança Contemporânea/2014, contando com a direção geral de Gil Mendes.









Maurilen de Paulo Cruz

  Maurilen de Paulo Cruz (Fundão, 1952 - 22 de Novembro de 2025) Ocupação: Jornalista, Escritor e Editor. Jornalismo: Correio Popular (Caria...